Vivianne Pasmanter fala que não sente falta de prêmios pela atuação: “Não é uma coisa que me pega”

                                                    Vivianne Pasmanter (reprodução/instagram)

Vivianne Pasmanter como Germana em Novo Mundo foi um dos destaques da televisão brasileira em 2017.

A atriz precisou substituir às pressas a saudosa Márcia Cabrita, que era escalada para o papel até precisar se afastar para cuidar do câncer nos ovários, que acabou a levando à óbito meses depois.

Não foi só a caracterização, a interpretação da atriz, mesmo sem muito tempo de se preparar para o papel, foi impecável: “Foi uma personagem diferente de tudo que eu tinha feito. Trabalhava muito a caracterização, o tom da personagem. Não era só uma comédia, era quase um bufão, um palhaço. E ao mesmo tempo foi uma surpresa como ela se comunicou com o público”, comentou em entrevista para a Uol.

O sucesso não foi facilmente ganho, até mesmo porque apenas a caracterização da personagem demorava quase duas horas todos os dias para ficar pronta, além de ser um tanto quanto desconfortável, segundo a atriz: “Foi um trabalho que fluiu fácil. Eu ia bem para lá, saia bem, era gostoso de fazer. Tinha o estresse físico, a coluna com aquele espatilho, o calor às vezes do lugar, a sujeira, ficar com aquele aplique que era pesado, machucava a cabeça. Acabei esgotada, mas feliz”, completa Vivianne.

Mesmo sendo tão querida para o público, Vivianne acabou ficando de fora das premiações de atuação do país, como o Troféu Melhores do Ano, promovido pelo Domingão do Fautão, e o prêmio de atuação da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Mas a atriz diz não se importar muito com prêmios. “Não me sinto injustiçada de maneira nenhuma. Não sei como é que funciona, mas realmente não é uma coisa que me pega”, revela Vivianne.

 

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