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Site TMZ é acusado de roubar entrevista com ex-mulher de Jackson
fev 23rd
O site de celebridades TMZ está sendo processado por divulgar uma entrevista supostamente roubada e confidencial de Debbie Rowe, ex-mulher do cantor Michael Jackson, morto em junho.
O processo aberto ontem num tribunal da Califórnia pelo produtor F. Marc Schaffel desperta questões interessantes sobre a forma como o site obtém suas informações, sobre questões de direitos autorais e sobre os limites entre um clipe de entretenimento e um produto noticioso.
O autor da ação diz ser proprietário da entrevista, gravada em 2003. Trechos da conversa haviam sido divulgados na época da gravação, mas outros foram retidos por serem considerados privados e confidenciais, sujeitos a um acordo entre entrevistada e entrevistador.
Depois que Jackson foi indiciado por suspeita de pedofilia, em dezembro de 2003, o xerife do Condado de Santa Barbara obteve e executou um mandado de busca e apreensão na casa de Schaffel, onde a entrevista foi encontrada. Dois anos depois, o xerife informou que havia devolvido o material sem divulgar “trechos confidenciais” a ninguém.
Mas, em julho de 2009, o TMZ divulgou esses trechos confidenciais, inclusive um em que Rowe falava sobre a necessidade de sedativos. O autor do processo diz que a declaração de Rowe foi feita em tom de brincadeira, ao falar sobre o pânico de subir ao palco, mas que o TMZ tirou a fala do seu contexto para vinculá-la à morte de Jackson, por overdose de medicamentos.
Depois da divulgação, Schaffel e Rowe exigiram a retirada dos trechos confidenciais. O TMZ inicialmente alegou que o vídeo havia sido obtido junto a uma TV britânica, mas depois confirmou que sua origem era o Departamento do Xerife de Santa Barbara.
Segundo Schaffel, o TMZ, quando confrontado, desmentiu a história e alegou que sua fonte era confidencial.
Schaffel agora pleiteia indenização do TMZ por violação e alteração de direito autoral. Ele afirma que os trechos confidenciais têm “um valor estimado de potencialmente milhões de dólares, sendo que a quantia exata deve ser provada em juízo”. O TMZ pode tentar provar que fez um uso legítimo do material.
O produtor já processou a Fox News no mês passado por divulgar a entrevista.
ERIQ GARDNER
da Reuters, em Los Angeles
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23/02/2010 – 12h06
Site TMZ é acusado de roubar entrevista com ex-mulher de Jackson
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ERIQ GARDNER O site de celebridades TMZ está sendo processado por divulgar uma entrevista supostamente roubada e confidencial de Debbie Rowe, ex-mulher do cantor Michael Jackson, morto em junho.
O processo aberto ontem num tribunal da Califórnia pelo produtor F. Marc Schaffel desperta questões interessantes sobre a forma como o site obtém suas informações, sobre questões de direitos autorais e sobre os limites entre um clipe de entretenimento e um produto noticioso. O autor da ação diz ser proprietário da entrevista, gravada em 2003. Trechos da conversa haviam sido divulgados na época da gravação, mas outros foram retidos por serem considerados privados e confidenciais, sujeitos a um acordo entre entrevistada e entrevistador. Depois que Jackson foi indiciado por suspeita de pedofilia, em dezembro de 2003, o xerife do Condado de Santa Barbara obteve e executou um mandado de busca e apreensão na casa de Schaffel, onde a entrevista foi encontrada. Dois anos depois, o xerife informou que havia devolvido o material sem divulgar “trechos confidenciais” a ninguém. Mas, em julho de 2009, o TMZ divulgou esses trechos confidenciais, inclusive um em que Rowe falava sobre a necessidade de sedativos. O autor do processo diz que a declaração de Rowe foi feita em tom de brincadeira, ao falar sobre o pânico de subir ao palco, mas que o TMZ tirou a fala do seu contexto para vinculá-la à morte de Jackson, por overdose de medicamentos. Depois da divulgação, Schaffel e Rowe exigiram a retirada dos trechos confidenciais. O TMZ inicialmente alegou que o vídeo havia sido obtido junto a uma TV britânica, mas depois confirmou que sua origem era o Departamento do Xerife de Santa Barbara. Segundo Schaffel, o TMZ, quando confrontado, desmentiu a história e alegou que sua fonte era confidencial. Schaffel agora pleiteia indenização do TMZ por violação e alteração de direito autoral. Ele afirma que os trechos confidenciais têm “um valor estimado de potencialmente milhões de dólares, sendo que a quantia exata deve ser provada em juízo”. O TMZ pode tentar provar que fez um uso legítimo do material. O produtor já processou a Fox News no mês passado por divulgar a entrevista.
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Michael Jackson fala com Lisa Marie Presley através de médium
fev 10th

O espírito de Michael Jackson comunicou-se com sua ex-esposa, Lisa Marie Presley, durante uma sessão espírita. Segundo uma amiga do cantor, ele pediu perdão à Lisa por seus erros.
Karen Faye, que era maquiadora de Jackson, disse que ela e Lisa contataram o Rei do Pop usando os poderes de uma médium, na semana passada.
“Ele parecia estar cumprindo a missão de falar com as pessoas de sua vida e pedir perdão. Michael passou o tempo que lhe foi permitido explicando seus erros e pedindo que o perdoássemos. Ele parecia perturbado.”
“Michael pareceu mais leve com Lisa. Para mim ele disse: ‘Você cuidou tão bem de mim. Peço desculpas por ter te magoado em alguns momentos.’ Ele disse também que deveria ter me ouvido mais. Isto me atingiu fundo no coração.”
Karen insiste que a médium não sabia que ela e Michael tinham tido qualquer tipo de vínculo no passado.
“Ela falou de coisas específicas. Seria muito difícil chutar e acertar. Coisas relativas a dinâmica familiar dele, seu nível de sofrimento e inabilidades emocionais.”
Karen disse também que Jacko não quis discutir a acusação de homicídio contra o doutor Conrad Murray.
“Michael disse que estava desligado destas coisas.”
Lisa Marie se casou com Jacko em 1994. Eles se separaram 18 meses depois.
Em 2002, Lisa contatou seu pai, Elvis Presley, através de uma médium, para pedir a aprovação dele para se casar com Nicolas Cage.
Elvis aprovou a união, mas o casamento durou apenas 3 meses.
por Laura Agossini
Justiça determina fiança de US$ 75 mil a médico de Jackson
fev 9th
O magistrado da Corte Superior do condado de Los Angeles Keith L. Schwartz fixou hoje em US$ 75 mil a fiança para o médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, acusado hoje de homicídio culposo (sem intenção) pela morte do cantor.
Em uma audiência com duração de meia hora e na qual Murray declarou inocência, Schwartz ordenou a apreensão do passaporte do médico, proibiu a administração de receitas aos pacientes e determinou a sua apresentação ao tribunal em 5 de abril.
Murray, 56, se apresentou hoje ao juizado de Los Angeles depois de a promotoria o acusar formalmente de matar o Jackson ao administrar sem a devida “precaução e cautela” os medicamentos que causaram sua morte em 25 de junho.
O mesmo tribunal considerou que o médico não teve intenção, atuou “sem malícia”.
Na rápida sessão estavam presentes os pais de Michael Jackson, Joe e Kathryn, e vários de seus irmãos, incluindo LaToya e Jermaine.
O médico de Jackson pode pegar até quatro anos de prisão.
A sessão começou com a leitura do relatório do legista sobre a autópsia realizada em Michael Jackson, o qual apontou que o artista morreu por uma “intoxicação aguda de propofol”, um potente anestésico de uso hospitalar.
Segundo as análises realizadas, o cantor recebeu uma quantidade de remédio semelhante à utilizada em uma “cirurgia delicada” sem o cumprimento dos procedimentos médicos necessários, que envolvem equipes de acompanhamento dos sinais vitais, doses precisas e equipamentos para reanimar o paciente.
Nos interrogatórios, Murray admitiu ter dado a Jackson uma série de remédios, entre estes o potente calmante de uso hospitalar propofol, para combater a insônia.
O médico afirmou que Jackson consumia essa substância de forma habitual e que costumava chamar o remédio de “leite”.
da Efe, em Los Angeles
Médico de Michael Jackson é indiciado por homicídio culposo
fev 8th

O médico pessoal de Michael Jackson foi indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) no processo que investiga a morte do músico, em junho do ano passado, indicaram fontes judiciais nesta segunda-feira.
Em um comunicado, o Ministério Público de Los Angeles anunciou que Conrad Murray, de 56 anos, foi formalmente acusado de causar a morte de Jackson. Murray deve se apresentar à justiça ainda nesta segunda-feira.
A acusação alega que Murray “matou Michael Joseph Jackson, ilegalmente e sem malícia”.
Pelas leis da Califórnia, o homicídio culposo é punido com até quatro anos de prisão.
da France Presse, em Los Angeles
Médico de Michael Jackson será indiciado por morte do cantor na segunda
fev 7th
Conrad Murray, o último médico de Michael Jackson será indiciado na segunda-feira pela morte do cantor, anunciou a assessoria do procurador de Los Angeles.
Em comunicado, a assessoria destacou que o médico será notificado da acusação na segunda e que, em seguida, haverá uma audiência no tribunal.
O texto não especifica a acusação, mas fontes policiais que não quiseram se identificar afirmaram que Murray será julgado por “homicídio culposo”.
Michael Jackson morreu no dia 25 de junho de 2009, aos 50 anos de idade, em Los Angeles, em consequência de uma overdose de medicamentos e de uma intoxicação com o anestésico propofol.
Murray admitiu ter injetado propofol no cantor poucas horas antes de sua morte, mas disse que se limitou a obedecer aos pedidos insistentes do cantor, que utilizava este remédio como sonífero.
da France Presse, em Los Angeles
Médico de Michael Jackson negocia se entregar à Justiça
fev 4th
Os advogados do médico de Michael Jackson anunciaram nesta quinta-feira que estão negociando sua entrega às autoridades de Los Angeles, em meio a relatos de que ele pode ser acusado de homicídio culposo dentro de um dia.
O site de celebridades TMZ.com divulgou que o médico Conrad Murray, que admitiu ter ministrado ao popstar uma dose do poderoso anestésico propofol para ajudá-lo a dormir, deverá ser acusado formalmente na sexta-feira de homicídio culposo (não intencional).
O advogado de Murray, Ed Chernoff, negou-se a comentar detalhes específicos, mas disse em comunicado no site de sua firma de direito que “estamos no momento negociando com o gabinete da Promotoria Pública a rendição do doutor Murray. Os detalhes específicos ainda não foram acordados, e quando o acordo for concluído daremos informações completas neste site.”
Não foi possível obter declarações imediatas do gabinete da Promotoria Pública de Los Angeles.
Murray, que estava na casa de Michael Jackson no momento da morte do cantor, em 25 de junho, vem sendo alvo de investigações criminais há meses. O instituto de medicina legal de Los Angeles declarou que a morte de Jackson foi um homicídio, causada principalmente por propofol e o sedativo lorazepam. Um coquetel de outros analgésicos, sedativos e um estimulante também foi encontrado em seu corpo.
Murray, que é cardiologista, insistiu repetidas vezes que não cometeu nenhum erro e, segundo documentais de tribunais, disse a investigadores que não foi o primeiro médico a dar propofol a Michael Jackson.
Murray foi contratado em maio de 2009 para cuidar de Jackson, de 50 anos, quando o artista se preparava para uma série de concertos que reativariam sua carreira, prejudicada por seu julgamento e absolvição, em 2005, por acusações de molestamento sexual de um menino de 13 anos.
A morte repentina de Jackson desencadeou uma enxurrada mundial de manifestações de pesar pelo cantor, que iniciou sua carreira quando criança e cujo álbum “Thriller”, de 1982, ainda é o mais vendido do mundo.
Reportagem de Jill Serjeant
Médico pessoal de Michael Jackson está disposto a se entregar
fev 3rd

Conrad Murray, médico do cantor Michael Jackson está disposto a entregar-se às autoridades se for acusado de envolvimento na morte de Jackson, disse o advogado do médico, Ed Chernoff, segundo o jornal “Los Angeles Times”.
As declarações de Chernoff foram feitas após serem divulgadas informações não confirmadas sobre uma possível acusação formal de homicídio contra Murray pelas autoridades da Califórnia.
“Não tenho nenhuma informação específica que me leve a crer que ele será acusado essa semana”, disse o advogado Ed Chernoff. “No entanto, (se isso acontecer), deixamos claro a sua vontade de se render”, acrescentou.
Segundo documentos policiais, Murray admitiu que aplicou Propofol (um poderoso anestésico) em Jackson pouco antes de sua morte, em 25 de junho de 2009. A autópsia feita no corpo do artista indicou homicídio em consequência de “intoxicação aguda com Propofol” em combinação com outros sedativos.
A especulação sobre o destino do médico vai aumentar nos próximos dias, após sua chegada em Los Angeles (Califórnia).
Murray está na Califórnia para tratar de questões pessoais e também pretende se reunir com seus advogados.
Folha e EFE
Médico de Jackson não pretende se render, diz advogado
fev 3rd

O cardiologista Conrad Murray, suspeito de ter administrado a overdose de medicamentos que matou o cantor Michael Jackson, em junho, está em Los Angeles para reuniões com seus advogados, mas não recebeu ordens para se entregar às autoridades nem para comparecer a qualquer tribunal, disse seu advogado.
Há meses circulam rumores de que Murray será indiciado, já que legistas qualificaram a morte de Jackson como homicídio provocado pelo uso excessivo dos medicamentos propofol e Lorazepam.
O médico, que tem consultórios em Houston e Las Vegas, havia sido contratado para cuidar de Jackson enquanto o cantor preparava uma temporada de shows em Londres que marcaria a retomada da sua carreira.
O advogado Ed Chernoff confirmou a presença de Murray em Los Angeles “para encontrar seus advogados e visitar sua família”, mas disse que, ao contrário de relatos da imprensa, não há nenhuma audiência judicial marcada para esta semana.
A Promotoria de Los Angeles não quis comentar o assunto.
da Reuters, em Los Angeles
Girafas de Michael Jackson causam problemas no Arizona
fev 3rd
Tem algo de podre no estado do Arizona e são duas carcaças das girafas que foram de Michael Jackson.
Segundo o site TMZ, os corpos de Rambo e JJ estão causando conflitos em Page, Arizona, porque os moradores se queixam do mau cheiro que eles exalam.
Os animais morreram em novembro e foram enterrados no Banjoko Wildlife Preserve, onde moravam desde 2006.
Mas, depois das inúmeras queixas, o fundador da reserva, Freddie Hancock, foi obrigado a desenterrar as carcaças e levar para outro lugar.
Outras duas girafas que foram de Jackson e ainda estão vivas, Princess e Annie Sue, também tiveram que mudar de endereço.
Hancock disse que os animais mortos foram enterrados novamente numa propriedade particular, longe da reserva, na última quinta-feira (28). Os animais vivos foram levados para outro local que Hancock não quis revelar, mas adiantou que não é no Arizona.
por Laura Agossini
Sony processa canal de TV por exibir vídeos de Michael Jackson
jan 27th

Algumas homenagens a Michael Jackson transmitidas pelo canal TV Guide após a morte do cantor, no ano passado, incluíram obras de Jackson exibidas sem autorização, acusou a Sony Music Entertainment em processo aberto na terça-feira.
O canal de entretenimento a cabo não pediu autorização nem fez pagamento algum à Sony, detentora dos direitos autorais sobre alguns dos conteúdos incluídos nos documentários.
Os programas foram transmitidos repetidas vezes logo após a morte do cantor, de acordo com a ação por infração de direitos autorais registrada em um tribunal federal de Manhattan.
O processo pede que a TV Guide pare de exibir os documentários e pague indenização de valor não especificado à Sony Music Entertainment, pertencente à Sony Corporation.
Os programas “Michael Jackson: His Musical Legacy” e “Michael Jackson: The Life and Times of the King of Pop”, transmitidos pelo canal TV Guide, incluíram alguns dos vídeos musicais mais famosos de Jackson, entre eles “Beat It”, “Billy Jean” e “Thriller”.
Não foi possível obter declarações da TV Guide.
Michael Jackson morreu em junho passado, aos 50 anos, de parada cardíaca provocada por overdose de medicamentos e do anestésico poderoso propofol. As autoridades de Los Angeles ainda investigam sua morte, e ninguém foi indiciado no caso.
Reportagem de Edith Honan
Tributo a Michael Jackson é cancelado na Hungria por fraude
jan 20th
Uma série de shows na Hungria à memória de Michael Jackson foram cancelados, e os organizadores terão que indenizar os espectadores por divulgar propaganda enganosa.
No final de semana passado, alguns espectadores do show “Jacko – A Tribute to Michael Jackson” em Budapeste protestaram e denunciaram perante as autoridades a apresentação.
Os organizadores do evento comunicaram que devolverão o dinheiro dos ingressos e que indenizarão os que viajaram de fora até Budapeste, afirma hoje a imprensa local.
Nos cartazes do show, os organizadores tinham prometido a atuação dos “dançarinos e músicos de Michael Jackson” e que, na verdade, era um grupo que o cantor havia conhecido uma vez, durante uma visita ao rancho de Neverland.
Os ingressos para o show custaram entre 50 e 75 euros, uma grande quantia em um país onde o salário líquido médio é de 455 euros.
Segundo os organizadores do show, eles só foram informados sobre a realidade da apresentação quando o grupo já estava na Hungria.
da Efe, em Budapeste
Sem Michael, irmãos Jackson voltam à TV em reality show
jan 18th

Se em “Michael Jackson’s This Is It”, documentário lançado após a morte do cantor, o que se vê é um astro que ainda tem talento e foco para comandar um grandioso projeto de retorno aos palcos, o panorama é diferente na série “Os Jack5on”, que estreou no canal pago A&E na última semana.
Aqui, os quatro irmãos remanescentes do grupo The Jackson 5 (Jackie, Jermaine, Marlon e Tito) evidenciam ao público, por meio de um reality show, a dificuldade para voltar aos estúdios após o anúncio do retorno do grupo, que pretendia lançar um álbum em comemoração aos seus 40 anos de atividade, e a reação da família à morte de Michael.
“Ainda podemos gravar juntos? Essa é a questão”, resume bem um dos Jackson. Outra questão, comum em famílias menos populares, é a dificuldade de convívio entre os irmãos. Eles demonstram o interesse em um trabalho harmonioso durante as gravações, mas logo se percebe que volta à tona uma antiga rixa entre Jackie e Jermaine pela primazia das composições e ideias.
Embora fique claro o interesse mercadológico dos envolvidos na série, ao menos a edição não esconde as polêmicas e discussões surgidas em frente às câmeras, o que não a poupou dos críticos americanos.
O álbum comemorativo, objetivo declarado para a reunião, foi adiado para este ano. Talvez Jermaine tenha captado bem o espírito ao falar aos irmãos sobre a riqueza: “Isso aqui é ilusório. O real foi Indiana [Estado dos EUA onde os Jackson foram criados]“. Como na carreira da banda.
OS JACK5ON
Quando: terças, às 22h, no A&E
Classificação: 12 anos
por RODRIGO RUSSO
Biografia de Jackson é reeditada para incluir capítulo sobre morte de cantor
jan 17th
Morto há quase sete meses, o rei da música pop continua na mídia: suas músicas tocam constantemente nos rádios e ele foi o artista que mais vendeu discos nos EUA em 2009.
Também surgiram, desde então, diversas biografias para contar as detalhes da conturbada vida do astro. Uma das mais recentes é a nova edição de “Michael Jackson: A Magia e a Loucura”. Lançado originalmente em 2005, a obra ganhou agora um capítulo para contar sobre a prematura morte de Jackson.
O livro apresenta um artista incrivelmente talentoso e, ao mesmo tempo, frágil, em uma história em que esta fragilidade parece derrotar o talento. O biógrafo J. Randy Taraborrelli esmiúça a trajetória da polêmica estrela desde a infância, em uma família numerosa de Gary, Indiana, até o auge do sucesso.
Resultado de mais de 30 anos de pesquisa, o volume reúne centenas de entrevistas, inclusive com o próprio astro. O autor mostra em detalhes o estranho modo de viver daquele que se tornou uma lenda pop: a história do rancho Neverland, os problemas de autoimagem, as plásticas, as dúvidas sobre sua sexualidade, os casamentos e os filhos, a sagacidade para os negócios e as amizades com garotos, com quem dividia um mundo de faz-de-conta feito de presentes caríssimos, viagens, brinquedos e noites dormidas na mesma cama.
Leia abaixo um trecho extraído do livro.
Atenção: o texto reproduzido abaixo mantém a ortografia original do livro e não está atualizado de acordo com as regras do Novo Acordo Ortográfico. Conheça o livro “Escrevendo pela Nova Ortografia”.
*
Michael pede Lisa Marie em casamento
Foi difícil imaginar que as coisas poderiam piorar tanto para Michael Jackson no outono de 1993. Numa questão de poucos meses ele havia, sem dúvida alguma, vivido um “súbito desengano”, como descreveria mais tarde em sua reveladora música, “Stranger in Moscow”.
Certamente, ninguém esperava que Michael se viciasse em drogas, aumentando os riscos relativos à natureza precária de seu futuro e de seu bem-estar.
Ansioso, com problemas de insônia e, segundo ele, com dores por causa de um trabalho nos dentes e uma recente cirurgia no couro cabeludo (conseqüência da queimadura sofrida durante o comercial da Pepsi), Michael aumentou as dosagens dos analgésicos Percodan, Demerol, e codeína, além dos tranqüilizantes Valium, Xanax e Ativan. Essa dependência era um terreno desconhecido para ele.
No passado, Michael havia se empenhado em não tomar muitos medicamentos enquanto se recuperava das cirurgias plásticas, dizendo aos médicos que queria permanecer lúcido para poder tomar decisões relativas à sua carreira. Porém, com tudo que estava acontecendo em sua vida naquele momento, Michael já não se importava tanto em ficar o tempo todo antenado. Não demorou muito para que ficasse totalmente dependente das drogas. Tudo aconteceu tão rápido que sua equipe nos Estados Unidos nem percebeu o que estava se passando com ele, até que já fosse tarde demais para se fazer qualquer coisa.
Todos ficaram chocados ao saber que Michael tinha um problema com drogas. É claro que Elizabeth Taylor compreendeu sua situação. Ela já havia passado por problemas semelhantes, e por bem divulgadas batalhas para vencer sua dependência. Lisa Marie Presley foi igualmente solidária; ela, também, já havia sofrido com o vício.
“Quando adolescente, perdi totalmente o controle”, ela me disse. “Comecei a usar drogas aos 14 anos. Fiquei nessa por um bom tempo, alguns anos, até chegar ao fundo do poço. Foi quando me vi numa viagem de 72 horas com cocaína, sedativos, maconha e álcool, tudo ao mesmo tempo. Eu acordei e lá estavam aquelas pessoas, amigos meus, desmaiadas no chão. O traficante de cocaína estava por ali, tentando me vender mais. Eu disse: ‘Chega. Todo mundo já para fora’. Eu não sei porque me viciei, só sei que iria morrer se não procurasse ajuda. Finalmente, minha mãe e eu resolvemos que eu iria para o Centro da Cientologia em Hollywood para me desintoxicar. Isso salvou minha vida.”
Quando Michael ligou do exterior para Lisa em setembro de 1993, ele estava alterado, incoerente e delirante. Alarmada, Lisa tentou convencer Michael a fazer o mesmo que ela fizera um tempo atrás, ir para um centro de reabilitação. Para Lisa, era muito significativo tentar trazer de volta à sanidade um superstar prejudicado pelas drogas. Ela já havia partilhado com amigos a culpa que sentira quando criança, vendo seu pai cair no poço sem fundo do vício. Lisa ainda estava casada com Danny Keough, mas infeliz. Estava descontente e achava que não tinha um propósito real; ela queria algo mais que ser mãe. O dilema de Michael parecia uma saída para ela. “Eu achava que tinha a responsabilidade de salvá-lo”, disse. “Eu não sei qual a psicologia disso e o que tinha a ver com o meu pai. Só sei o que eu senti.”
Diante de Lisa havia um grande obstáculo caso ela fosse ajudar a acalmar os demônios que perseguiam Michael: como se aproximar. Era bem sabido que Jackson havia feito um esmerado trabalho de se isolar do mundo exterior. Freqüentemente, ele iniciava uma relação casual com pessoas que, em sua maioria, acreditavam que a amizade iria se aprofundar, mas depois se viam abandonadas por Michael. Ele não atendia ao telefone, às vezes devolvia cartas sem ler. Lisa tinha ouvido falar da reputação de Michael em descartar subitamente suas “almas gêmeas” recém encontradas, e via esse padrão como um empecilho, caso levasse adiante a tarefa de reconstruir sua vida. Ela teria de agir com cautela.
Em seus freqüentes telefonemas a ele, Lisa insistia que Michael não podia mais continuar com tal desordem em sua vida e carreira. Ele estava imobilizado por uma sensação de incerteza e desespero, que havia contribuído para seu vício. Ela sugeriu o que os outros ao seu redor já discutiam em segredo: que Michael pusesse fim ao seu tormento por meio de um acordo financeiro com Evan Chandler. Michael era contra essa idéia. Como uma pessoa que vinha construindo sua auto-imagem desde a época em que a maioria das crianças construía casinhas
em árvores, Michael se importava muito com o que os outros pensavam dele. Mesmo que a imagem que ele cultivara ao longo dos anos talvez não fosse a melhor para ele, era o resultado de muita estratégia de sua parte, e da parte de seus empresários. “Ele achava que essa coisa de ser maluco, estranho e bizarro funcionava para ele”, Lisa lembra, “e talvez tenha mesmo funcionado por algum tempo. Eu não sei. Sempre fui contra isso. Sempre achei que ele era maior e melhor que essa imagem. Sempre achei que ele foi injustiçado pela imagem.”
Uma coisa era certa: em 1993, Michael estava mais sozinho do que nunca, e isso tinha um grande significado. Ele tinha de encarar o fato de que sua carreira, a sua mais incessante paixão, estava em perigo, possivelmente em conseqüência de um caso de amor ilícito e imoral com um menor ou de uma falta de discernimento, ao se ligar com tanta insistência a pessoas erradas na hora errada. Se ele não queria resolver a questão com dinheiro, Lisa sugeriu que pelo menos ele se desintoxicasse. Ela lhe disse que se importava muito com ele, e queria que ele
soubesse disso.
Uma noite no exterior, Michael se viu, como se tornaria freqüente, sentindo-se preso numa luxuosa suíte de hotel, sozinho com a barulheira da multidão sob sua janela. Após uma enxurrada de telefonemas de seus advogados e assessores de imprensa, ele decidiu se acalmar ligando para Lisa, a pessoa que poderia de algum modo ajudá-lo a esquecer que sua carreira estava na balança.
Ela certamente havia sido persistente em sua busca por ele e deixara os números dos telefones da casa que estava alugando em Canoga Park, Califórnia.
Também deixara o número da nova propriedade de mais de um hectare que acabara de comprar e para onde se mudaria em breve, na Long Valley Road em Hidden Hills (uma comunidade eqüestre fechada em Calabasas, na Califórnia, onde ela ainda vive).
*
“Michael Jackson: A Magia e a Loucura”
Autor: J. Randy Taraborrelli
Editora: Editora Globo
Páginas: 712
Quanto: R$ 62.00
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou na Livraria da Folha
Promotoria nega que médico de Michael Jackson foi indiciado
jan 9th

O Ministério Público de Los Angeles disse nesta sexta-feira que ainda não decidiu se vai oferecer denúncia judicial contra o médico de Michael Jackson, que morreu por causa de uma overdose acidental de medicamentos em junho, aos 50 anos.
“Não temos nada pendente. Nenhuma decisão foi tomada e nada foi protocolado”, disse uma porta-voz da promotoria, sem entrar em detalhes.
Na manhã de sexta-feira, o site de celebridades TMZ.com disse, citando fontes judiciais não identificadas, que a polícia de Los Angeles havia concluído no final de dezembro a sua investigação sobre a morte de Jackson e enviaria em questão de semanas o inquérito ao Ministério Público, ao qual cabe decidir se um processo penal será levado à Justiça.
O TMZ e outras publicações, também citando fontes anônimas, disseram que os promotores podem indiciar o médico Conrad Murray por homicídio culposo (sem intenção) decorrente de negligência. Murray administrou o analgésico propofol no “Rei do Pop” antes da sua morte.
Há meses especula-se que Murray poderá ser indiciado. Cardiologista com consultórios em Houston e Las Vegas, ele havia sido contratado para cuidar de Jackson enquanto o cantor preparava uma turnê de retomada da carreira.
O médico declarou a investigadores que não foi o primeiro a dar propofol a Jackson, segundo registros judiciais.
da Reuters, em Los Angeles
Michael Jackson sofreu risco de assassinato, diz relatório do FBI
dez 23rd

O FBI (Polícia Federal americana) apresentou na terça-feira parte do dossiê sobre as acusações de abuso de menores contra o cantor Michael Jackson, que morreu em junho.
Atendendo a um pedido da imprensa americana, as 333 páginas divulgadas detalham o trabalho do FBI em duas acusações contra o cantor, de 1993 e 2004. No material há citações sobre ameaças de assassinato.
Sobre o primeiro caso, foi divulgado o testemunho de uma mulher de Toronto que afirmava ter viajado no mesmo trem que o artista.
Segundo ela, Michael fazia o percurso de Chicago ao Grand Canyon acompanhado por Jordan Chandler, menino que supostamente revelou ao pai supostos abusos por parte do “rei do pop”.
Citada pelo site “The Hollywood Reporter”, a mulher disse ao FBI que os dois pareciam ter uma relação extremamente próxima e que estava preocupada com os barulhos que ouvia do interior da cabine onde Michael viajava com o garoto, então com 12 anos.
Jordan teria recebido aproximadamente US$ 20 milhões do cantor para que não testemunhasse contra ele no processo.
Na acusação de 2004, por pedofilia, o FBI informou que nada foi encontrado nos computadores do cantor que pudesse incriminá-lo.
Assassinato
Jackson foi declarado inocente de dez acusações, sendo quatro por abusar sexualmente de menores.
Mas a maior parte do arquivo revelado tem como assunto um relatório de 200 páginas, feito em 1992, sobre um homem que ameaçava matar o então presidente americano George H.W. Bush e cometer outros assassinatos em série.
O suspeito, que acabou sendo detido, tinha o cantor como um de seus alvos.
Os documentos também incluem provas de um complô para extorquir o cantor em 1992 e investigações referentes a um caso de pornografia infantil, no qual o artista também não foi incriminado.
Michael Jackson morreu em junho, aos 50 anos, em circunstâncias qualificadas na autópsia como “homicídio”.
A polícia trabalha com a hipótese de homicídio involuntário cometido pelo médico particular do cantor, Conrad Murray, presente no momento de sua morte.
O conteúdo revelado ontem não inclui material sobre essa investigação.
da Efe, em Los Angeles
Filme estrelado por Michael Jackson retorna ao complexo Disney
dez 21st
Depois de ser exibida, pela primeira vez, há mais de 20 anos, na Disneylândia, a produção cinematográfica Captain EO, de 1986, protagonizada pelo cantor Michael Jackson e a atriz Anjelica Huston, volta ao cartaz no conhecido parque de diversões, a partir de fevereiro de 2010, segundo informou a Disney num comunicado.
A produção dos anos 80, de cerca de 20 minutos e dirigida por Francis Ford Coppola, deve ocupar por tempo limitado o lugar do filme Querida, Encolhi as Crianças.
A história co-produzida por George Lucas se tornou uma das atrações mais visitadas da Disneylândia. Além disso, é considerado, neste momento, como o filme mais caro da história do cinema, com um custo de US$30 milhões.
O longa em 3D aborda a história de Captain EO (Michael Jackson) e sua tripulação, que querem percorrer o espaço a fim de localizar uma rainha diabólica (Anjelica Huston) que mora num planeta afastado, para lhe dar um presente.
Captain EO se destacou, entre outras coisas, pelas músicas, todas escritas pelo falecido rei do pop, como We Are Here to Change the World e Another Part of Me, além dos efeitos visuais criados por Dennis Muren de Star Wars, E.T., Terminator e Jurassic Park.
RG
FBI registra extorsão em caso de abuso sexual de Michael Jackson
dez 20th
A polícia federal norte-americana vai liberar um arquivo de 333 páginas sobre o cantor e dançarino Michael Jackson na próxima segunda-feira (21). O cantor morreu em decorrência de uma overdose, em 25 de junho, aos 50.
Os documentos se relacionam aos casos nos quais Jackson foi acusado de abuso infantil, em 1993 e 2004. Segundo o site TMZ, há registro de ameaças e tentativas de extorsão do cantor. “As tentativas de extorsão serão o mais interessante”, diz o site.
Nada sobre o médico Conrad Murray, que aplicou drogas no cantor momentos antes da sua morte, tampouco sobre a morte de Jackson vão constar nos arquivos.
Ainda segundo o site, o FBI tomou atitude similar em outubro, em relação aos processos de Anna Nicole Smith e uma possível trama para matar o filho do seu marido de 89 anos, J. Howard Marshall 2º.
Gravadoras brigam pelas músicas inéditas de Michael Jackson
out 26th
As canções inéditas de Michael Jackson estão provocando uma guerra.
As músicas são disputadas por gravadoras interessadas em lançar as faixas em que o cantor vinha trabalhando, antes de morrer.
John Branca, advogado do popstar de longa data, e o executivo John McClain, que administram o patrimônio de Jackson, já conversaram com a Sony Music, a Universal e uma terceira parte interessada no catálogo.
“A Universal e a Sony têm os dois melhores sistemas de distribuição do mundo, por isso Branca quer saber quem dará o maior lance”, segundo publicou o site irlandês Breaking News.
As gravadoras menores não devem ter nenhuma chance na briga, já que a soma (não revelada) pedida pelos administradores é alta até para as grandes.
por Laura Agossini
La Toya Jackson diz que não pretende assistir a documentário This Is It
out 23rd
La Toya Jackson disse que não tem nenhuma intenção de ver This Is It, um documentário sobre os ensaios de seu falecido irmão Michael para a turnê que faria na O2 Arena de Londres este ano.
La Toya fez a revelação ao ver o clipe da canção Bad, que faz parte do filme, no programa Acess Hollywood.
“Não tenho planos de ver o filme. É cedo demais para mim. Realmente”.
Mesmo assim, ela ficou feliz em ver “o amor e a alegria que ele demonstrava quando se apresentava”.
“Mas, havia tanto mais dentro dele. A energia que ele colocava em seu trabalho. Não a vejo aqui. Mas, é bom ter isso na lembrança também”.
This Is It estreia nos EUA no dia 28 próximo e em 30, no Brasil.
por Laura Agossini
Erro em testamento de Michael Jackson não vai invalidá-lo
out 22nd
O testamento de Michael Jackson, assinado em 2002, contém um erro, mas parece que não se trata de um truque mal-intencionado.
No testamento consta como data e local de assinatura, Los Angeles, 7 de julho de 2002. Mas, segundo o site TMZ veiculou na quarta-feira (21), Randy Jackson, irmão de Michael, afirma que o cantor estava em Nova York neste dia.
Randy acha, portanto, que a assinatura do testamento foi forjada, mas Howard Weitzman, um dos responsáveis pelo patrimônio de Jackson, disse ao TMZ que a assinatura é válida e testemunhas viram o popstar assinar o documento.
Hoje, o site confirmou que Michael assinou o testamento em Nova York, em 07/07/2002. Por isso, o que está incorreto é apenas o nome da cidade, que Michael colocou como Los Angeles por ter se esquecido momentaneamente de onde estava e porque sempre morou na cidade.
Esse erro não invalida o testamento.
por Laura Agossini







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