Submarino.com.br
Livros | Audiência e TV, + Celebrity!

Postagens com o marcador Livros

Hillary Duff escreve série de livros para adolescentes

http://www.nylonmag.com/modules/magsection/article/uploaded_images/3917_i7_hilary-duff-7.jpg

A atriz e cantora americana Hillary Duff, 22, lançará em outubro o primeiro livro de uma série de obras dedicadas ao público adolescente.

“Elixir”, primeiro livro da série, tratará das aventuras da jornalista gráfica Clea Raymond ao investigar o desaparecimento de seu pai e será publicado pela editora “Simon & Schuster”.

“Sempre gostei de me distrair com um grande livro, especialmente um que mostre uma protagonista feminina forte e inspiradora. Alguém que poderia ser você, mas que vive uma vida mais fascinante”, comentou Duff ao anunciar a publicação.

A jovem atriz disse esperar que o romance seja “um desses livros que transportará os leitores a novos mundos”. Segundo a editora, “Elixir” combina um triângulo amoroso perigoso e uma aventura internacional emocionante.

Espera-se que “Elixir” seja o começo de uma série de romances e que Duff escreva um livro de não-ficção no qual fale sobre o divórcio de seus pais, assunto que aborda em várias músicas.

da Efe, em Nova York

Record relança em formato de bolso série “Bicicleta Azul”

http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/21540422_4.jpgA editora Record está relançando os volumes de “Bicicleta Azul” em formato de bolso. Está épica série de Régine Deforges, uma das maiores representantes da literatura erótica francesa, conta a história de uma família tentando sobreviver à Segunda Guerra Mundial e vendeu mais de 6 milhões de exemplares por todo o mundo após ser lançada na década de 1980.

O primeiro volume, “A Bicicleta Azul”, inicia a saga em Bordeaux no ano de 1939. Uma jovem adolescente desperta para o amor e para o sexo, mas o início da Segunda Guerra Mundial interrompe bruscamente a alegria da sua juventude. Léa Delmas precisa agora lidar com uma dura realidade de violência, delações, a ocupação nazista e uma paixão arrebatadora.

No segundo volume, “Vontade de viver”, a jovem Léa Delmas descobre, entre seus parentes e amigos, a crueldade da delação, da covardia e do colaboracionismo. Alguns, porém, preferem lutar, mesmo que corram sérios riscos. Este é o caminho escolhido por Léa, que se engaja na Resistência para combater os alemães e tentar salvar as pessoas que ama. Ela então testemunha todas as perversidades praticadas pelos invasores.

Além do formato portátil, a série relançada tem um preço acessível. O próximo livro da saga, “O Sorriso do Diabo”, tem previsão de lançamento ainda no primeiro semestre.

Compre esses e outros livros na promoção clicando AQUI!

Folha

De vampiros a princesas, autoras são responsáveis por sagas de sucesso

Recentemente, vampiros adolescentes tem ocupado muitos títulos nas livrarias. O sucesso, iniciado com “Crepúsculo” de Stephenie Meyer, estendeu-se para outras sagas como “Diários do Vampiro” de L. J. Smith.

E são mulheres que respondem por estas séries de livros que encantam adolescentes e jovens adultos, mesmo que alguns não sejam mais tão jovens. Meg Cabot e seus “Diário da Princesa”, mais outros títulos como “Garoto Encontra Garota” e “Sorte ou Azar?”, conquistaram tratamento de estrela em sua passagem na Bienal do Rio de 2009. Fãs disputavam um momento que fosse de atenção da escritora.

Charlene Harris, autora de “True Blood”, viu o sucesso chegar quando teve os direitos de adaptação adquiridos pela HBO e viu sua série de vampiros transformada em sucesso, com Anna Paquin como a heroína Sookie Stackhouse. P. C. Cast e Kristin Cast também conquistaram seu momento na lista de mais vendidos do “The New York Times” com “House of Night” e o misto de vampiros e magia.

Seguindo na linha das adaptações, Cecily Von Ziegesar conquistou ainda mais leitores após ter “Gossip Girl” transformada em seriado pelo canal norte-americano CW, o mesmo responsável pela adaptação dos livros de L. J. Smith com “The Vampire Diaries”.

A precursora da badalação e das filas aguardando o momento de lançamento do título foi J. K. Rowling. Com os sete volumes de Harry Potter, a escritora chegou a figurar entre as mulheres mais ricas da Grã-Bretanha e conquistou uma faixa etária que havia abandonado a leitura.

Compre esses e outros livros na promoção clicando AQUI!

Folha

Mulheres ocupam posição de destaque em lista de mais vendidos

http://skoob.com.br/img/livros_new/2/56490/DIARIOS_DO_VAMPIRO_A_FURIA_1263833995P.jpgFirmar-se entre os mais vendidos de qualquer categoria é um feito para qualquer escritor. Emplacar toda a sua série ao mesmo tempo ou conquistar os primeiros lugares na semana do lançamento é um feito ainda maior. E, nos últimos anos, tem sido mulheres a conquistar essa marca.

No final dos anos 90, J. K. Rowling arrebatava todas as vendas assim que um novo volume de Harry Potter chegava às livrarias. Stephenie Meyer e seus vampiros ocuparam as quatro primeiras posições durante semanas. “Amanhecer”, livro que fecha a saga, foi diretamente para o primeiro lugar.

Esta semana, L. J. Smith conquistou o quarto lugar com o lançamento de “Diários do Vampiro: A Fúria”. Os dois primeiros volumes da série também figuram na lista: “O Despertar” em sétimo e “O Confronto” em oitavo. Meyer ainda mantém a sua presença com “Amanhecer” em terceiro e “Eclipse” em sexto.

Outras mulheres aparecem nas categorias de não ficção e autoajuda. Na primeira, Elizabeth Gilbert figura como a número um durante semanas com o seu “Comer, Rezar, Amar”. Além dela há Ana Beatriz Barbosa Silva, autora de “Mentes Perigosas”, e Ana Maria Braga com o livro comemorativo “Mais Você 10 Anos “.

Já em autoajuda, Zíbia Gaspareto e o seu mais recente título, “Se Abrindo pra Vida”, ocupou rapidamente o topo da lista e tem se mantido desde então. “Por que os Homens Amam as Mulheres Poderosas?”, de Sherry Argov, é outro fruto de trabalho feminino que tem destaque por tempo de permanência nas listas.

Com as sagas inacabadas e filmes a serem lançados, elas prometem manter-se entre os best-sellers por mais tempo.

Compre esses e outros livros na promoção clicando AQUI!

Folha

Veja o encontro dos protagonistas da sátira aos vampiros de Stephenie Meyer

http://www.opolvo.com.br/img/noticias/opusculo_interna.jpgConhecido por seu humor ácido e suas paródias, o grupo “The Harvard Lampoom” não poupa a saga de Stephenie Meyer em sua sátira “Opúsculo“. Exagerando nas descrições e nas atitudes dos personagens, o livro consegue fazer graça até com as características que fizeram milhares de leitores se apaixonarem pelos vampiros de “Crepúsculo” .

Com fãs devotos, que não recebem bem as críticas negativas ao seu objeto de adoração, os livros de Meyer atraem multidões para o que quer que leve seu nome. Ainda assim, “Opúsculo” conseguiu um posto na lista estendida de livros mais vendidos da semana da revista “Veja”.

O romance de Edwart e Belle não é tão misterioso ou absurdamente romântico quanto o de Bella e Edward, mas consegue ser tão inusitado e repleto de situações inimagináveis quanto.

Leia abaixo o momento no qual a heroína encontra seu amado pela primeira vez na cafeteria, em trecho de “Opúsculo“.

—-+_*—-

Foi então que o vi. Ele estava sentado atrás de uma mesa, totalmente concentrado, nem mesmo comia. Tinha uma bandeja inteira de batatas assadas à sua frente e, mesmo assim, não havia tocado em nenhuma. Como poderia um ser humano ser capaz de resistir a um prato de batatas assadas? Ainda mais estranho, ele não havia me notado, Belle Goose, futura ganhadora de um Oscar.

Havia um computador diante dele sobre a mesa. Ele olhava atentamente para a tela, estreitando os olhos em fendas e concentrando aquelas fendas sobre a tela como se a única coisa importante fosse dominá-la fisicamente. Era musculoso, como um homem que podia prensar você contra a parede tão fácil como um pôster, mas mesmo assim magro, como um homem que a acalentaria em seus braços. Tinha cabelos ruivo-castanho-alourados, heterossexualmente aparados. Parecia mais velho que os outros rapazes dali – talvez não tão velho quanto Deus ou meu pai, mas certamente um substituto viável. Imagine juntar a ideia de todas as mulheres sobre o que seria um cara gostoso e fazer uma média disso num único homem. Era ele.

- O que é aquilo? – perguntei, sabendo que, o que quer que fosse, não era uma ave.

- Aquele é Edwart Mullen – disse Lululu.

Edwart. Eu nunca havia conhecido um rapaz chamado Edwart antes. Na verdade, nunca tinha conhecido qualquer ser humano chamado Edwart. Era um nome que soava engraçado. Muito mais divertido que Edward.

Enquanto nos sentávamos lá, contemplando-o durante o que pareceram ser horas, mas não podia ter sido mais do que o intervalo do almoço, seus olhos de repente voltaram-se em minha direção, deslizando sobre o meu rosto e cavando um buraco dentro do meu coração como se fossem presas. Então, bruscamente, voltou-se com seu olhar carregado para aquela tela.

- Mudou-se do Alasca para cá há dois anos – ela disse.

Então não somente ele era pálido como eu, mas também um forasteiro de um estado que começava com a letra “A”. Senti uma onda de empatia. Nunca havia sentido uma conexão como essa antes.

- Aquele cara não vale seu tempo – ela disse, erroneamente. – Edwart não namora.

Sorri por dentro e ri cuspindo para fora, enfiando a soda-gosma dentro do meu bolso. Então, eu seria sua primeira namorada.

Ela se levantou para sair.

- Vamos para a aula de “bio”, Belle?

- Não diga, Lululu – eu disse, desdenhosamente.

- Lucy. Meu nome é Lucy, como em I Love Lucy.

- Tudo bem. Lucy, como em I Love Edwart. – Talvez eu fosse especial, mas sempre tive um talento para memorizar. “Lata de lixo à esquerda”, falei alto, jogando fora meus restos do almoço: um bolo comido pela metade. Olhei de volta para Edwart para ver se ele tinha percebido que também tenho disciplina para comer. Mas, estranhamente, ele havia partido. Nos dez minutos desde que tinha olhado para ele pela última vez, ele havia desvanecido no ar.

Olhei em volta bem a tempo de ver que eu tinha errado a lata de lixo e que meu bolo meio comido havia voado em direção às costas de uma garota sentada a uma mesa próxima.

- Ei! – disse ela quando o bolo a atingiu. – Quem fez isso?

- Vamos – eu disse a Lucy, agarrando-a pelo braço e correndo para fora da lanchonete enquanto a guerra de comida começava.

Quando Lucy e eu chegamos à classe, ela foi se sentar com sua parceira de laboratório e eu olhei em volta procurando uma carteira vazia. Havia apenas duas: uma na parte da frente da sala e outra perto de Edwart. Como a carteira da frente ficou com uma perna bamba depois que eu passei por ela e a chutei, não havia escolha. Tinha de me sentar ao lado do rapaz mais gostoso da sala.

Caminhei na direção das carteiras, rebolando meu quadril e erguendo minhas sobrancelhas ritmicamente, como uma pessoa atraente. De repente, eu estava caindo para a frente, deslizando por entre as carteiras com o impulso do meu mergulho. Por sorte, um fio de computador se enroscou em meu tornozelo e me impediu de ser arremessada à mesa do professor Franklin. Rapidamente, apoiei-me à parede para me desembaraçar, fiquei de pé e olhei em volta casualmente para ver se alguém tinha visto. Toda a classe estava olhando para mim, mas provavelmente por uma razão diferente: eu tinha um holograma costurado na minha mochila. De um ângulo era um mexerica, de outro ângulo era um tangerina.

Edwart também estava olhando para mim. Talvez fosse a luz fluorescente, mas seus olhos pareciam mais escuros – sem alma. Ele estava se agitando furiosamente. Seu computador estava aberto na frente dele, e a melodia sintetizada de antes havia cessado. Ele ergueu o punho para mim com raiva.

Limpei a poeira química das minhas roupas e me sentei. Sem olhar para Edwart, tirei da mochila meu livro e meu caderno. Ainda sem me virar para Edwart, olhei para o quadro-negro e anotei os termos que o professor Franklin havia escrito ali. Não achei que outras pessoas na minha situação poderiam fazer tantas coisas sem olhar para Edwart.

Virada bem para a frente, deixei meus olhos se desviarem ligeiramente e estudarem-no de maneira periférica, o que não conta como olhar. Ele tinha mudado seu computador para o colo e havia recomeçado seu jogo. Estávamos sentados lado a lado no balcão do laboratório e, mesmo assim, ele não começava uma conversa comigo. Era como se eu não tivesse usado desodorante ou algo assim, quando na realidade eu tinha usado desodorante, perfume e Bom-Ar. Será que meu brilho labial havia borrado ou algo parecido? Apanhei meu espelhinho de bolsa para checar. Negativo, mas eu tinha algumas espinhas junto à linha do cabelo. Apanhei um lápis na carteira de Edwart e o pressionei contra a carne macia e suave do meu rosto. As espinhas eram do tipo projétil. Satisfação garantida.

Voltei-me para ele para agradecer gentilmente pelo uso de seu lápis, mas ele estava olhando para mim horrorizado, com a boca aberta, um convite a todo tipo de micro-organismos aéreos como pássaros. Ele agarrou o lápis e começou a limpar suas mãos com lenços umedecidos e a esfregar o lápis com desinfetante. Então traçou um círculo de giz em torno dele e voltou a copiar as notas do quadro-negro, cantando para si este amigável jingle:

“Germes contagiosos. Alerta de contágio. Mas Edwart e seu desinfetante são mais fortes que a sujeira.”

Estendi a mão para emprestar outra vez o lápis para fazer minhas anotações, mas, no momento em que minha mão atravessou a linha de giz, ele gritou. Um grito estranhamente agudo para um menino. Porém, o grito certo para um super-herói.

O professor Franklin estava falando sobre citometria de fluxo, imunoprecipitação e microarranjos de DNA, mas eu já sabia aquela matéria da fita cassete que havia escutado em meu caminhão naquela manhã a caminho da escola. Girei meus olhos em círculos, como se eles estivessem numa roda-gigante. É a melhor maneira que conheço para me impedir de cochilar. Toda vez que meus olhos se moviam para a direita, contudo, eles pairavam um pouco por ali. Eu não conseguia evitar – eles queriam ver Edwart. Então, meus olhos iam para o alto em direção ao teto e paravam porque, meu, que bela visão.

Edwart continuava a martelar em seu computador. A cada golpe de dedo, eu podia ver o sangue pulsando através das veias salientes de seu antebraço até seu bíceps, aparecendo contra a camisa Oxford branca justa arregaçada descuidadamente até os cotovelos como se ele tivesse um monte de trabalho manual a fazer. Por que ele estava digitando tão sonoramente? Estaria tentando me dizer alguma coisa? Estaria tentando me provar o quão fácil seria para ele me atirar até o céu e então me pegar bem forte em seus braços, sussurrando que nunca me dividiria com mais ninguém no mundo inteiro? Estremeci e sorri timidamente, apavorada.

Quando o sinal soou, roubei outro olhar dele e me encolhi num profundo sentimento de inutilidade. Ele agora estava encarando o sinal furiosamente, sacudindo todos os músculos de seu punho em sua direção, mirando-o com raiva, seus olhos escurecidos e esquentados e suas sobrancelhas hostis. Ele puxou seus cabelos com exasperação, agarrando tufos enquanto erguia a cabeça para o teto. Então, vagarosamente, voltou-se para mim. Olhando dentro de seus olhos, senti ondas de eletricidade, correntes de elétrons carregados em minha direção. Era isso, imaginei, que significava estar apaixonada por robôs? Apanhada em minha hipnose ionizada, o velho adágio me veio à mente: “Belo o suficiente para matar, estripar, rechear e emoldurar em cima da sua lareira”.

De repente, ele saiu de seu deslumbramento e disparou correndo para porta. Enquanto corria, percebi como era alto, suas longas pernas saltando em passadas do tamanho do meu corpo inteiro, seus braços tão sólidos que não ondulavam com o impacto. Meus olhos saltaram. Não tinha visto uma coisa tão bela desde que eu era uma garotinha e as balinhas coloridas Skittles em minha mão fechada e suada se transformavam num arco-íris. Suas omoplatas ficavam salientes sob a camisa enquanto ele corria. Pareciam asas brancas batendo majestosamente antes da decolagem. Demoníacas asas brancas.

- Espere! – gritei para ele. Ele tinha deixado seu computador no assento. “Fim de jogo”, lia-se na tela. Fim de jogo, realmente, pensei, usando uma metáfora.

- Posso copiar suas anotações? – perguntou um humano normal do sexo masculino. Levantei os olhos e vi um garoto de estatura mediana, cabelos escuros e uma estrutura esguia, mas musculosa. Senti-me atraída por ele. Ele sorriu para mim. Perdi o interesse.

- Claro, como quiser – eu disse, estendendo-lhe meu bloco de anotações e de repente percebendo que tinha rabiscado nele um desenho de Edwart. No desenho, ele tinha presas gotejando uma substância escura. Molho Shoyu.

- Vou precisar disso de volta – eu disse. Aquele desenho ia para o meu mural.

- Obrigado, Lindsey – disse ele, confundindo-me com Lindsey Lohan. Ele sorriu outra vez. Um rapaz simpático. Tinha um belo cabelo e olhos claros gentis. Íamos ser grandes amigos. Apenas grandes amigos.

- Leve-me ao escritório da administração – eu disse. Tínhamos ginástica em seguida, mas eu precisava da minha cadeira de rodas. Tenho um problema que faz minhas pernas ficarem paralisadas toda vez que penso em ginástica.

- Certo – ele disse, deixando-me apoiar meu peso sobre ele

- Sou Adam, a propósito. Acho que vi você em minha aula de Inglês. Vai ser ótimo! Desde que um de nós tome notas, o outro, eu, não precisa ir à aula – ele estava ficando ofegante enquanto me arrastava com ele. Estar perto de mim deixava alguns rapazes nervosos.

- Você percebeu algo engraçado sobre Edwart na aula? Acho que o amo – eu disse casualmente.

- Bem, ele parecia meio zangado quando você caiu e desconectou o fio do computador dele. Então, isso não estava só na minha mente; outros haviam percebido a consciência de Edwart a meu respeito. Havia alguma coisa em mim que evocava sentimentos muito fortes em Edwart.

- Humm – eu disse cientificamente. – Que interessante.

- Aqui estamos – depois de me escorar contra a parede, Adam cambaleou para trás, bufando e assoprando.

Eu o dispensei e entrei no escritório.

- Estou paralisada até a próxima hora – anunciei à secretária.

- Vá se sentar em seu carro, querida – disse ela, levantando os olhos de seu exemplar de Luz do dia.

Saí para o meu carro, tentando sonhar com os poderes dele, o rei dos carros, mas estava muito perturbada. Em primeiro lugar, se eu tinha conseguido meu carro de graça, isso significava que todos os outros tinham pago mais por carros muito menores. Em segundo lugar, estava muito certa de que havia alguma coisa sobrenatural sobre Edwart – algo além de especulações racionais.

Então, parei de especular sobre ele e assisti a uma procissão de formigas passando por ali. A vida seria muito mais fácil se eu pudesse carregar coisas que pesassem vinte vezes mais que eu.

—-+_*—-

Opúsculo
Autora: The Harvard Lampoon
Editora: Novo Século
Páginas: 144
Quanto: De R$ 24,90 por R$19,90
Onde comprar: Pelo site do Submarino

Fotos bombásticas revelam a intimidade do grupo Rolling Stones

http://joaoarruda.com.br/ja/wp-content/uploads/2010/01/LRSE-RollingStonesB.gifAs primeiras casas que os integrantes da banda Rolling Stones conseguiram comprar e a insegurança dos músicos em relação à conquista –ou não– da fama tão almejada estão retratadas no livro “Rolling Stones: o Começo” (Larousse), que mostra 300 imagens captadas pelo fotógrafo dinamarquês Bent Rej de março de 1965 a maio de 1966.

Rej acompanhou o grupo durante a primeira grande turnê pela Europa, no lançamento de “Satisfaction”, e conseguiu registrar os shows, os momentos críticos no palco, os bastidores e a vida pessoal dos jovens que pareciam determinados em sua missão, e que colhiam os primeiros frutos do sucesso.

Com estas centenas de imagens raras e bombásticas sobre um dos períodos mais revolucionários do século 20, os fãs do Rolling Stones podem ver como os artistas se tornaram verdadeiros ícones de uma geração e protagonizaram momentos essenciais da história do rock.

Esse e outros livros você pode encontar clicando AQUI!

Folha

Autora de “True Blood” ganha biografia em quadrinhos

Depois de Stephenie Meyer e J. K. Rowling, agora é a vez de Charlene Harris ter sua carreira retratada em quadrinhos. Em maio, o novo volume da coleção “Female Force”, conhecida por biografar autoras de sucesso, chegará às livrarias norte-americanas.

Por mais de 20 anos, Harris escreveu livros de mistério e fantasia. Foi, porém com Sookie Stackhouse que ganhou notoriedade, quando foi adaptada com sucesso para a série da HBO, “True Blood”. Lançando este ano o décimo volume da coleção, a autora marca seu nome entre os grandes escritores.

Diferente das outras celebridades biografadas, este volume de “Female Force” contou com uma entrevista com a autora, fazendo disso um marco na coleção.

Retratando a trajetória da escritora desde suas primeiras histórias até o sucesso da saga dos vampiros de “True Blood”, a biografia de Charlene Harris foi escrita por Kim Sherman, também responsável pela biografia em quadrinhos de Robert Pattinson .

Veja abaixo a capa da edição de “Female Force” com a extensa entrevista de Harris.

Romancista britânica diz que meninas estão prontas para ter filhos aos 14

http://1.bp.blogspot.com/_2UL36lUNAX4/SsvtWpbRo4I/AAAAAAAABDs/sdMceg8fSb4/s400/Hilary-Mantel.jpg

A premiada romancista britânica Hilary Mantel, 57, afirmou que meninas aos 14 anos estão na época ideal para ter filhos e criticou o que ela chama de “tempo masculino” da sociedade.

Segundo a autora vencedora do Prêmio Booker por “Wolf Hall” -ainda inédito no Brasil–, as mulheres estão no seu ápice sexual físico no começo da adolescência, ao passo que os homens apenas chegam nesse estágio aos 20 anos, informou o jornal “The Telegraph”. E que a sociedade segue o tempo masculino de desenvolvimento.

A escritora disse ainda considerar “incrivelmente hipócrita” a posição da sociedade com relação ao sexo e gravidez das adolescentes.

A autora se tornou conhecida por seus livros sobre a revolução francesa, como “A Sombra da Guilhotina”. Seu mais recente lançamento no Brasil é “Além da Escuridão”, obra pela qual ganhou o Yorkshire Post Book Award e foi finalista do Orange Prize e do Commonwealth Writers Prize.

Esse e outros livros você pode encontar clicando AQUI!

Folha

Morre aos 95 o bibliófilo José Mindlin

http://www.ichca.ufal.br/graduacao/biblioteconomia/v1/wp-content/uploads/jose-mindlin.jpgMorreu na manhã deste domingo, em São Paulo, o bibliófilo José Mindlin. Ele tinha 95 anos e estava internado há cerca de um mês no hospital Albert Einstein. A morte foi causada por falência múltipla de órgãos.

O corpo do bibliógrafo está sendo velado no hospital e o enterro está marcado para as 15h no Cemitério Israelita.

Em 2006, Mindlin entrou para a Academia Brasileira de Letras, onde ocupou a cadeira número 29, antes pertencente ao historiador e escritor Josué Montello.

José Ephim Mindlin nasceu em São Paulo em 8 de setembro de 1914. Formou-se em Direito em 1936, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.

Advogou até 1950, quando foi um dos fundadores e presidente da empresa Metal Leve S/A, empresa pioneira em pesquisa e desenvolvimento tecnológico próprio no seu campo de atuação. Em sua atividade empresarial desenvolveu grande esforço em prol do avanço tecnológico brasileiro e no processo de exportação de produtos manufaturados brasileiros.

Mindlin foi dono de uma das mais importantes bibliotecas privadas do país, que começou a formar aos 13 anos e, em 2006, doou cerca de 45 mil volumes, entre coleções e folhetos, para a Brasiliana USP, no campus da universidade, em São Paulo.

Folha

“Um Homem com Sorte” ganhará versão cinematográfica

http://sebentadigital.com/wp-content/gallery/livros_destaque/homem_sorte.pngNo best-seller de Nicholas Sparks “Um Homem de Sorte” um fuzileiro naval norte-americano encontra no meio do deserto iraquiano a foto de uma mulher que nunca conheceu e começa a ter uma sorte surpreendente.

Após sobreviver três campanhas no Iraque, Logan Thibault retorna à Carolina do Sul decidido a encontrar a misteriosa mulher da fotografia, que se tornou um verdadeiro talismã de sorte para ele.

E agora, essa história sobre o poder avassalador do destino vai ser adaptada para o cinema, informou a revista “Variety”. O diretor de “Lembranças de um Verão” Scott Hicks é quem irá dirigir o novo longa.

Outras obras de Sparks publicadas no Brasil incluem “O Milagre” e “Noites de Tormenta”.

Esse e outros livros você pode encontar clicando AQUI!

Folha

Portugal lança “O Terceiro Reich”, de Roberto Bolaño

Festa que comemorou o lançamento do volume do chileno ocorreu na madrugada de quinta (25) para sexta-feira (26), em Portugal

“O Terceiro Reich”, do escritor chileno Roberto Bolaño, foi lançado em festa que ocorreu na madrugada desta última quinta (25) para sexta-feira (26), no Bar da Praia, em Portugal, durante o evento literário Correntes d’Escritas 2010.

Neste volume, Bolaño conta a história de Udo Berger, que sempre quis ser um grande escritor, mas se torna o campeão de “jogos de estratégia & guerra em Stuttgart”.

O jovem de 25 anos decide ir ao Hotel del Mar, na Costa Brava catalã, com a sua nova namorada, Ingeborg. Berger vai treinar para participar de um novo jogo de estratégia, chamado “Terceiro Reich”. Lá, o protagonista e sua namorada conhecem o casal alemão Charly e Hanna. Um deles desaparece de forma misteriosa após cruzar com dois personagens sinistros que levantam suspeitas nas autoridades locais. São eles, “O Lobo” e “O Cordeiro”.

Berger começa a ser perseguido por um detetive estranho. Perdido e atormentado, o quase escritor entra em delírio. Mal sabe que a partir deste momento entraria em um jogo de vida ou de morte, com El Quemado, um homem enigmático e de rosto desfigurado.

Neste volume, Bolaño aborda as estranhas formas de nazismo e o que a cultura –os jogos e a literatura– representam em nossa realidade. “O Terceiro Reich” foi escrito em 1989.

Veja obras de Roberto Bolaño já publicadas no Brasil:

“Estrela Distante” (2009) : O autor faz do livro um retrato subjetivo da sua própria geração, que tinha em torno de 20 anos quando ocorreu a derrubada do governo Salvador Allende e a implantação de uma ditadura militar.

“Amuleto” (2008) : O livro trata da invasão do campus da Universidade Nacional Autônoma do México pelas tropas do exército, em 1968. Aqui, temos a única narradora feminina em toda a obra do escritor chileno. Seu relato configura uma homenagem aos poetas e artistas do México, mexicanos ou exilados espanhóis e latino-americanos.

“Putas Assassinas” (2008) : Do escritor desconhecido que vagabundeia pela França e pela Bélgica ao filho de uma prostituta que revê os filmes censurados da mãe grávida, Bolaño mergulha-os em sua amarga ironia e acaba se identificando com cada um deles.

“A Pista de Gelo” (2007) : Primeiro romance publicado por Bolaño, em 1993, este romance policial revela a trama aos poucos e envolve o leitor como o detetive que analisa as pistas e desvenda o mistério.

“Os Detetives Selvagens” (2006) : Com humor e ironia, Bolaño faz o balanço de uma geração intelectual jovem quando havia projetos de transformação radical da América Latina e do mundo.

“Noturno do Chile” (2004) : Um denso monólogo composto por dois parágrafos: o primeiro ocupa quase todo o livro, e o segundo é uma frase de apenas oito palavras. Bolaño mistura personagens reais e ficcionais, e acerta suas contas com a ditadura chilena e com a vida literária do país.

Esse e outros livros você pode encontar clicando AQUI!

Folha

“Poeta maldito” do século 19 perambulava pelas ruas e escrevia sobre botequins

http://www.difundir.com.br/fotos/01019_12511p3.jpgUma voz que ressoa pela cidade. Especialmente nos botequins, com trabalhadores espalhados pelos balcões, em um ambiente que é utilizado para compartilhar de experiências a porres, de amizades a tragédias. Um caminho a ser seguido pelos protagonistas dos versos e pelos olhos dos leitores.

No final do século 19, os críticos incluíram a “voz” de Paul Verlaine entre os chamados “poetas malditos”. A expressão é do próprio Verlaine, eleito em 1894 o “Príncipe dos Poetas”.

Em “A Voz dos Botequins e Outros Poemas” (Hedra, 2010), Verlaine conduz o leitor à sua vida desregrada pelas ruas de Paris, Rethel, Bruxelas e Londres. Esses versos foram originalmente publicados em 1944, e integravam o volume “Paralelamente a Paul Verlaine”.

Por meio da nostalgia, a poesia singular de Verlaine expressa os arrebatamentos da alma e transpõe seus sentimentos em impressões delicadas e minúsculas diante de um cruel cotidiano que lhe atormentava.

Em 1880, ele mantinha um relacionamento com Lucien Létinois, um ex-aluno da instituição em que Verlaine ensinou durante dois anos e de onde foram expulsos por causa de sua “amizade”. Motivo pelo qual o poeta afundaria-se novamente no álcool.

Com tradução de Guilherme de Almeida e organizado por Marcelo Tápia, o volume corresponde fielmente, quanto à seleção dos poemas e às recriações, à publicação original. No apêndice, há uma entrevista concedida por Verlaine a Jules Huret, em 1891, reunida depois em “Enquête sur l’évolution littéraire”.

Folha

Enredo do gibi “Joquempô” cria jogos de enigmas

Protagonista estuda peças de quebra-cabeças em "Joquempô", de Rogério Vilela

A frase “o mundo está dividido entre… e…”, passível de ser completada por uma infinidade de termos, serve de esquema para explicar o funcionamento do mundo no gibi “Joquempô”. Nesse caso, a divisão é entre aqueles que são “papel” (as pessoas que mudam o mundo com ideias), “pedra” (a massa) e “tesoura” (os poderes político, econômico e religioso).

Para quem se lembra do joguinho, o esquema faz o mundo funcionar mais ou menos assim: formadores de opinião influenciam a massa, que derruba governos, que podam ideias etc. Essas engrenagens, que ainda serão mais bem explicadas no segundo número do gibi –previsto para junho–, são parte de um mecanismo complexo planejado pelo autor Rogério Vilela. O projeto inclui 11 temporadas, cada uma com número variável de edições.

A história do gibi, com pitadas de “Lost” e “Jogos Mortais”, se passa em 2014, num mundo em que os países da América Latina estão em guerra. Ronaldo é treinador da seleção brasileira de futebol e o PCC se aliou ao governo de SP para cuidar da população carente. Os protagonistas se envolvem numa série de mistérios e perigos que, como promete a capa do gibi, podem “alterar de forma definitiva o destino de toda a civilização”.

Como boa obra de suspense baseada em enigmas, “Joquempô” pede leitores atentos e dispostos a voltar para quadros anteriores em busca de detalhes então ignorados.

O roteiro bem estruturado de Vilela, porém, aliado ao traço limpo de Nelson Cosentino, garantem que esse esforço de leitura não seja maçante.

Entre os recursos de que lançou mão está, por exemplo, a grade fixa de nove quadrinhos, que norteia o ritmo das cenas de maneira cinematográfica.

A narrativa de Vilela é fruto de carreira de fôlego. Ele fundou o site de humor “Mundo Canibal” e a produtora Fábrica de Quadrinhos. Também foi desenhista da Marvel e ilustrou RPGs e jogos de cartas como “Magic: The Gathering”.

O projeto de “Joquempô” é o mais recente de sua trajetória, mas surgiu paralelamente aos demais. Começou há quase dez anos e chegou a render um romance -engavetado. A ideia foi acelerada com a chegada dos R$ 25 mil recebidos da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, por meio do Programa de Ação Cultural de 2008.

Cada arco de histórias da série terá um desenhista diferente.

JOQUEMPÔ
Autores: Rogério Vilela (história) e Nelson Cosentino (desenhos)
Editora: Devir
Quanto: R$ 19,50 (56 págs.)

por DIOGO BERCITO

Jornalista refaz trajeto de Euclides da Cunha na Amazônia

Entrevistas e fotografias revelam um pouco mais da cultura e da realidade histórica de uma das regiões mais afastadas dos grandes centros do país, a amazônica. É assim que o leitor é apresentado aos dramas e diversidades da nação em “Amazônia de Euclides”, do jornalista Daniel Piza, lançado neste mês pela editora LeYa.

Piza refaz a viagem realizada por Euclides da Cunha (1866-1909) no ano de 1905, quando foi designado para liderar a comitiva mista brasileiro-peruana de reconhecimento do Alto Purus. O autor faz uma leitura comparativa da época com a realidade do local hoje.

À época, Euclides também fez uma importante análise histórica, social e geográfica do extremo oeste da Amazônia. Tanto que o relato impulsionou o escritor e o fotógrafo Tiago Queiroz a cruzarem o rio Purus em 2009 e a repetirem o trecho final do trajeto de Euclides.

Dentro da reconstituição atual, o autor destaca e assinala as diferenças e semelhanças na paisagem física, social e econômica da Amazônia, a estagnação econômica da região, o advento da religião evangélica e a volta dos índios kaxinawá e kulina, 104 anos após o percurso euclidiano.

Folha

Gravadora veta livro de fã da dupla “Victor & Leo”

Na foto, Victor, Sarom e Leo, que segura o livro escrito pelo fã, inspirado na música da dupla

Sarom de Oliveira Durães passou dois anos escrevendo um livro sobre amor, simplicidade e superação, inspirado na canção “Deus e Eu no Sertão”, da dupla Victor & Leo. Em novembro do ano passado, realizou o sonho de conhecer os músicos e aproveitou para lhes entregar uma cópia de sua obra. Foi aí que Victor –autor das quatro canções citadas do livro– disse que a publicação só seria possível com a autorização da gravadora. Sarom entrou em contato com a Sony, mas o pedido foi negado.

“Quando comecei a escrever, eu não sabia que precisava de autorização, eu tinha apenas 15 anos, fiz com todo o carinho mesmo”, conta o fã, que diz ter produzido o livro em homenagem a Victor, Leo e dois tios que já morreram.

De acordo com Sarom, o livro não é uma biografia da dupla, e as músicas só aparecem porque serviram de inspiração. “A história fala de um jovem rico, que era mimado e usava drogas, mas que foi obrigado a morar no sítio do avô. Lá, ele conhece a simplicidade e muda totalmente de vida.”

Para explicar a não aprovação, a Sony diz que há pouco tempo foi lançado um livro com o mesmo título, “Deus e Eu no Sertão”, com ilustrações de Carlinhos Müller, e que a dupla já está com muitos outros projetos, mas que não houve nenhuma razão “mais forte” para o veto.

No Orkut, os fãs dos músicos sertanejos demonstram total apoio à publicação do livro de Sarom, já que acompanharam todo o processo de produção. Só na comunidade criada especialmente pra o livro, participam, atualmente, mais de 800 pessoas.

Abaixo, veja um trecho do livro que mostra o momento em que o personagem principal, João, percebe a importância da simplicidade e começa a mudar de vida.

*

“… Ele parou, deitou-se no chão enquanto o clima ia se acalmando e seus pensamentos voltavam para o lugar. Foi quando João começou a pensar na vida, nos erros que já havia cometido, e fechou os olhos por alguns segundos, ouvindo o barulho das árvores balançando com o fim da tarde… Mas ao abrir os olhos, nem acreditou…

Estava de frente a uma das imagens mais lindas que ele já tinha visto em sua vida, o pôr-do-sol. O barulho do balanço das árvores fazia parecer que estavam comemorando aquilo tudo, quando ele se lembrou do primeiro dia do ano, de uma imagem semelhante àquela que estava vendo agora, o nascer do sol, e descobriu que esse já não havia sido apenas um sonho. Era verdade mesmo. Era lindo e inexplicável… João, com os olhos cheios de lágrimas, só olhava, sem pensar em nada. Era como se, em questão de segundos, tudo tivesse sido apagado de sua memória. Por mais que fosse só por aquele momento, ele não queria saber de nada, não queria pensar em nada, queria apenas contemplar aquele momento, que ele já havia visto milhares de vezes, mas nunca tivera realmente sentido, o verdadeiro significado daquilo tudo…

Um simples pôr-do-sol, que mudou tudo na vida de João. Que o fez entender o verdadeiro significado da simplicidade da vida… O pôr-do-sol que apagou tudo de sua memória: trabalho, tristezas, drogas, desilusões, mentira, enfim, a parte ruim de seu passado. E ao perceber que seu coração havia sido tocado pela simplicidade, João viu que poderia levar sua vida de outra forma, mais simples, e muito feliz. Ele viu que muitas vezes a gente não se dá conta de que a felicidade está bem na nossa frente, basta apenas aceitá-la. Ele viu que a felicidade não estava no dinheiro, não estava nas mansões, muito menos nas drogas. Ele viu que a felicidade estava na palavra que mudou sua vida, e que também poderia mudar a vida de todas as pessoas: a simplicidade…”

por FABIANA SERAGUSA

“Harry Potter” e “Crepúsculo” serão tema de estudo em Cambridge

http://contenido2.wambie.com/noticia/2251.jpg

Novo centro de estudos da Universidade de Cambrigde irá analisar como livros, filmes, videogames e outras mídias atingem às crianças de maneiras que pais e professores não conseguem.

O centro, que faz parte da Faculdade de Pedagogia, é uma expansão do programa de ensino atual, que incluiu livros escolares, folclore, contos de fadas e clássicos como “A Ilha do Tesouro”.

A partir de agora, irá abranger os best-sellers modernos, como a série “Harry Potter e os livros de “Crepúsculo”, que serão estudadas juntamente com “Alice no País das Maravilhas” e outros.

A primeira diretora do centro, a professora Maria Nikolajeva, falou à BBC sobre a importância de entender o que está influenciando os jovens. “É fácil dizer que estas coisas são apenas para crianças ou que são lixo, mas eu não acho o suficiente. Se o que nós consideramos porcaria é popular entre os jovens, precisamos saber como e por que, como pesquisadores e professores, para oferecer o que eles precisam”.

Alguns professores recém-formados não entendem a necessidade de ter estes livros e filmes nas classes. “Estudá-los pode nos ajudar a lidar com questões importantes não apenas para os jovens, mas para os adultos também”, complementa Nikolajeva.

Folha

“Saco de Ossos” de Stephen King vai virar minissérie televisiva

http://espacoembranco.files.wordpress.com/2009/10/livro_saco_de_ossos.jpgO romance “Saco de Ossos”, do mestre do terror Stephen King, será adaptado em uma minissérie. O livro conta a história de um escritor que está bloqueado desde que sua esposa morreu há quatro anos.

O protagonista Noolan resolve retornar à casa à beira de um lago onde o casal viveu seus momentos mais felizes. Diante da tela branca do computador, ele vê o vazio doloroso que passou a dominar seus dias. Nem mesmo o sono lhe traz alívio. Noonan é agora atormentado por terríveis pesadelos a casa do lago.

Ao retornar à pequena cidade, terá que enfrentar um amor antigo que o tempo e a morte não conseguem destruir, além da história de uma nova paixão – um relacionamento assombrado por segredos do passado.

A série será dirigida por Mick Garris, que também adaptou para TV livros como O “Iluminado”, “A Dança da Morte” e, será o diretor e o roteiro é assinado por Matt Venne. As filmagens começam no meio do ano, mas ainda não foi anunciado que emissora irá transmitir a série.

Folha

Série “Feios” é mistura de “1984″ com “Diário da Princesa”

Capa americana da obra que traz futuro perfeito só nas aparências

O recém-nascido selo Galera, que é voltado para jovens adultos e nasceu do infantojuvenil Galera Record, irá trazer este ano ao Brasil a trilogia de ficção científica “Feios”, de Scott Westerfeld. A série figurou na lista de mais vendidos no “NY Times” quando o primeiro livro foi lançado em 2005, assim como quando os volumes seguintes chegaram às livrarias internacionais.

“Feios”, que será lançado em março, trata de um futuro não muito distante no qual todos os adolescentes esperam ansiosos o aniversário de 16 anos, pois então serão submetidos a uma inacreditável cirurgia plástica, que corrigirá todas as suas imperfeições físicas, transformando-os em perfeitos.

Em segundo volume, Tally descobre que a perfeição tem seu preço

Quando a vez da protagonista Tally se aproxima, no entanto, ela descobre que isso tem o seu preço e que a perfeição da sociedade onde ela vive é tão superficial quanto a beleza de seus cidadãos. Espere um casamento entre “1984″, de George Orwell, e “Diário da Princesa”, de Meg Cabot. Tudo isso misturado com diversas cenas de ação e até perseguições em skates voadores.

Em agosto, será lançado o segundo volume, “Perfeitos”. Agora, Tally finalmente é perfeita, seus traços são perfeitos, suas roupas são maravilhosas, seu namorado é um gato e ela é muito popular. É tudo que ela sempre quis. Mas por trás de tanta diversão – festas que nunca terminam, luxo e tecnologia, e muita liberdade – há uma incômoda sensação de que algo está errado. Algo importante. Então uma mensagem, vinda do passado de Tally como feia, chega. Ao lê-la, Tally se lembra o que há de errado na sua vida perfeita, e a diversão chega ao fim. Ela terá de escolher entre lutar para esquecer o que sabe e lutar por sua vida, pois as autoridades não pretendem deixar que ninguém ciente desse tipo de informação sobreviva.

Folha

“Diário de um Banana” ganha adaptação para o cinema; veja trailer

Best-seller do “New York Times”, “Diário de um Banana” ganhará versão para o cinema em 2010 produzida pela Fox 2000 e teve seu primeiro trailer divulgado.

A história narra as desventuras de Greg Heffley, um garoto do ensino fundamental que precisa enfrentar o maior pesadelo dos meninos de sua idade: a escola. Seu problema são os valentões que apavoram os mais tímidos.

É em seu diário que ele desabafa e conta as suas estratégias para driblar os encrenqueiros e conquistar popularidade no colégio. Ao todo, já foram publicados três livros – os dois primeiros volumes já foram editados no Brasil – e mais dois estão previstos para serem lançados em 2011 e 2012.

O filme, que acompanhará um ano da vida escolar de Greg, tem estreia prevista para o dia 2 de abril nos Estados Unidos. No Brasil ainda não há data definida.

Veja abaixo o primeiro trailer da adaptação:

Folha

Reality show policial da Rede TV! vai ganhar livro; veja capa

"Operação Policial", o livro da série "Operação de Risco", que estreia na Rede TV! em fevereiro

O novo reality show da TV brasileira vai ganhar uma versão nas livrarias. A editora Marco Zero vai publicar um livro sobre “Operação de Risco”, programa sobre casos da Polícia de São Paulo, com estreia prevista para o próximo dia 1º de fevereiro, às 22h, na Rede TV!.

O livro é o segundo do roteirista Beto Ribeiro, autor de “Poder S.A.”, e deve ter lançamento no mês que vem. A obra traz dez histórias que estão na série, reescritas como uma reportagem em estilo literário. Há ainda fotos das operações policiais e um guia sobre a organização da polícia brasileira.

Ribeiro também assina o roteiro do programa de TV, uma produção independente com dois nomes (“Operação de Risco” será usado na Rede TV!, e “Operação Policial” é o título da série para a truTV, canal a cabo norte-americano que deve desembarcar por aqui em abril). O policial Alexandre Zakir será o apresentador do reality show.

Livraria da Folha

Romance de amor com zumbis que chega ao Brasil no segundo semestre virará filme

http://www.burningbuilding.com/zombie.jpgDepois do horror e do humor, o próximo passo lógico para os zumbis seguirem em sua carreira literária talvez seja o mesmo de seus primos vampiros: o amor.

O livro “Warm Bodies”, a história de um zumbi em um futuro pós-apocalíptico que se apaixona por sua vítima, e que chegará ao Brasil no segundo semestre pela editora Leya, será adaptado ao cinema.

A história segue um zumbi sem nome que não lembra sua identidade, há quanto tempo está morto ou o motivo da epidemia que destruiu a humanidade. Ele vive com outros mortos-vivos em um aeroporto semidestruído e se contenta em perambular pelas ruas e devorar os poucos sobreviventes humanos que encontra. Até que acha uma menina de 19 anos e, ao invés de consumir seu cérebro –”a parte gostosa” como chama– ele se apaixona.

A redescoberta do amor tem outras consequências para o protagonista, que passa a desejar mais de sua não-vida. Quer lembrar sua infância, voltar a sentir sabores e sentir de novo como é ser vivo. Ele também precisa esconder sua amada dos demais zumbis, que jamais compreenderiam a relação.

O longa será dirigido por Jonathan Levine pela Summit Entertainment, com produção de Bruna Papanadrea, que também produziu “Milk: A voz da Igualdade”.

Folha

“Crepúsculo” ganha versão em quadrinhos nos Estados Unidos

Será lançado nos Estados Unidos a graphic novel baseada nas obras de Stephenie Meyer. “Twilight: The Graphic Novel (Vol. 1)” foi prometido pela Hachette Book Group para o dia 16 de março.

Por se tratar de uma adaptação do primeiro volume da saga de sucesso “Crepúsculo”, a história foi dividida em duas partes, sendo que a segunda ainda não tem data para chegar ao público.

O texto foi selecionado do original e as ilustrações são assinadas pelo coreano Young Kim, fazendo uma fusão de estilos em quadrinhos, mantendo o preto e branco característico do Oriente, mas deixando um toque de cor.

Meyer acompanhou todo o processo de adaptação e foi consultada pelo ilustrador ao transformar suas palavras em desenhos. “Young fez um trabalho incrível transformando o que eu escrevi em belas imagens. Os personagens e cenários estão muito próximos do que eu imaginava enquanto eu criava a série”, comentou a autora.

Veja abaixo a capa do quadrinho divulgada pela editora.

“A Mulher que Chora”, do chinês Su Tong, será lançado em fevereiro

A Companhia das Letras lançará em fevereiro o livro “A Mulher que Chora”, do chinês Su Tong. O escritor teve sua obra “Wives and Concubines”, de 1989, roteirizada pelo diretor Zhang Yimou para a grande tela –”Lanternas Vermelhas”.

A narrativa trata da saga de uma esposa para chegar até seu marido que foi recrutado para trabalhar na construção da Grande Muralha. O exemplar é uma fábula sobre o amor e a persistência contra as adversidades.

A saga de Binu remete a um mito milenar chinês, transmitido oralmente de geração em geração e recontado pelo autor. Esse é o primeiro volume de Tong, traduzido para o português.

Folha

Terceiro volume de “Diários do Vampiro” chega ao Brasil em março; veja a capa

"Diários do Vampiro" – A Fúria" será lançado no Brasil no próximo mês de março

O terceiro volume da série “Diários do Vampiro” chega às livrarias brasileiras em março. A Galera Record divulgou a capa da versão brasileira de “Diários do Vampiro – A Fúria”, que alguns fãs da obra da escritora norte-americana L. J. Smith apontam como o melhor da série.

Publicado pela primeira vez em 1991, “Diários do Vampiro” só ganhou edição no Brasil no ano passado, depois que virou série da TV paga, no canal Warner Channel.

Na trama, dois irmãos vampiros disputam o coração da humana Helena, que se parece com a criatura que os transformou. Possuindo algumas semelhanças com Crepúsculo, a autora da série chegou a acusar Stephenie Meyer de plágio.

“Diários do Vampiro (Vol. 1) – O Despertar”
Autora: L. J. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 240
Quanto: Promoção: De R$ 24,90 PorR$ 17,40
Onde comprar: Submarino

*

“Diários do Vampiro (Vol. 2) – O Confronto”
Autora: L. J. Smith
Editora: Galera Record
Páginas: 224
Quanto: Promoção: De R$ 29,90 Por R$ 22,30
Onde comprar: Submarino

Mistério infantojuvenil de David Grossman chega ao Brasil em fevereiro

A Companhia das Letras anunciou que irá lançar no mês que vem o livro “Duelo”, de David Grossman, autor de “A Mulher Foge” e “Desvario”, e com ilustrações de Gonzalo Cárcamo.

A história, voltada para o público infantojuvenil, acompanha o garoto David, 12 anos, em Jerusalém em 1966, por um período de dois dias. O melhor amigo do garoto é Heinrich Rosenthal, um senhor de 70 anos que é acusado de roubar um valioso desenho com carvão de Rudy Schwartz, antigo valentão do tempo que os dois iam à universidade.

Rudy então desafia Heinlich a um duelo com pistolas, e David precisa encontrar um jeito de resolver o mistério do roubo até o final da tarde do dia seguinte, quando um dos dois idosos iria morrer. Pelo caminho ele aprende muito sobre seu amigo e também sobre o antisemitismo em Jerusalém na década de 1930, quando os senhores estavam na faculdade, e uma mulher pela qual os dois se apaixonaram.

Livraria da Folha

Primeira biografia de José Saramago é lançada em Portugal nesta semana

http://www.ionline.pt/adjuntos/102/imagenes/000/030/0000030021.jpg

Aos 87 anos –dos quais mais de 60 dedicados à literatura– um dos mais famosos escritores portugueses ganha somente agora a sua primeira biografia.

No dia 21, será lançado em Portugal o livro “Biografia José Saramago”, escrito por João Marques Lopes e editado pela Guerra e Paz.

Lopes promete contar, nas 178 páginas da obra, particularidades até então desconhecidas da vida do ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, além de sua trajetória.

O volume ainda não tem previsão de chegada ao mercado brasileiro. Para conhecer os títulos que consagraram Saramago, clique aqui e conheça a página da Livraria da Folha dedicada ao autor.

Vampiros e zumbis representam 17% dos livros vendidos nos EUA em 2009

http://l.yimg.com/a/i/br/entret/1009/2710_luanova.jpg

Pelo menos 17% dos livros vendidos nos EUA no ano passado falavam sobre vampiros ou morto-vivos como zumbis e criaturas paranormais. O levantamento foi feito pelo jornal norte-americano “USA Today”, que elaborou uma lista das cem obras mais vendidas no país.

O ranking foi liderado pela série de Stephenie Meyer, autora de “Crepúsculo”, “Lua Nova”, “Eclipse” e “Amanhecer”. Em seguida, aparecem os livros de Charlaine Harris, que inspiraram “True Blood”, série de TV criada pelo canal HBO. C. Cast, autora da série “House of Night” junto com sua filha, também é lembrada na lista.

“Orgulho e Preconceito e Zumbis”, que modifica a obra de Jane Austen, também está presente no ranking. O texto foi adaptado pelo norte-americano Seth Grahame-Smith.

O “USA Today” mostra que vampiros, zumbis e criaturas paranormais ganharam espaço nas livrarias em 2009. No ano anterior (2008), eles representavam só 14% dos títulos. Em 2007, a participação era bastante pequena, só de 2%.

A tendência é de que os sugadores de sangue sigam, em 2010, nesse mesmo caminho. “Eclipse” ganha adaptação cinematográfica em junho, despertando o interesse de quem ainda não foi “mordido” por esse febre literária.

Motivos

Especialistas tentam entender essa mania mundial de vampiros.

“O vampiro é o novo James Dean”, diz Julie Plec, autora e produtora executiva de “The Vampire Diaries” (Diário do Vampiro), série de TV americana baseada nos populares romances de L.J. Smith, sobre garotas colegiais e hommes fatales. “Há algo tão silencioso e sensual nesses jovens predadores eróticos”, disse.

Os vampiros fazem parte de uma tradição antiga que remonta a Nosferatu e pelo menos ao Drácula de Bram Stoker. Anne Rice atualizou o gênero, introduzindo o vampiro aristocrático Lestat. Mas os mortos-vivos estão retornando como uma vingança, em parte porque “personificam ansiedades do mundo real”, disse Michael Dylan Foster, professor-assistente no departamento de folclore da Universidade de Indiana em Bloomington.

“Especialmente nesta época de maior vigilância, no pós-11 de Setembro, representações como ‘Crepúsculo’ refletem uma espécie de mentalidade de teoria da conspiração, um temor de que haja alguma coisa secreta e perigosa acontecendo em nossa comunidade, embaixo de nossos narizes.”

E o que mantém os vampiros atraentes? Sua combinação de boa aparência imortal e sexualidade decadente. Figuras de glamour vampiresco fazem poses sedutoras em diversas publicações recentes de moda. Retratadas como criaturas andróginas, elas exibem olhares mortíferos, acentuados por sua palidez cadavérica.

A atração do vampiro “tem tudo a ver com a excitação de imaginar os monstros que poderíamos ser se nos permitíssemos”, sugeriu Rick Owens, um precursor da moda cujas coleções de tom gótico às vezes evocam os mortos-vivos.

“Somos todos fascinados pela corrupção -quanto mais glamourosa, melhor”, e, ele acrescentou, com a ideia de “devorar, consumir, possuir alguém que desejamos”.

Esse tipo de glamour predador é personificado por Catherine Deneuve em “Fome de Viver”. Nesse clássico cult da morbidez de 1983, dirigido por Tony Scott, Deneuve faz o papel de Miriam, uma chupadora de sangue sedutora que usa ternos de ombros marcados e é casada com um pálido David Bowie e atraída por Susan Sarandon, meio andrógina, uma especialista em sono e longevidade.

O controle dos impulsos é um tema que repercute especialmente na atual era de conflitos e recessão. “Os períodos de guerra, crise e turbulência econômica dão origem à produção de vampiros e à ficção fantástica”, disse Thomas Garza, presidente do departamento de estudos eslavos e eurasianos da Universidade do Texas em Austin e especialista na lenda dos vampiros.

“Com a recessão e a guerra, o conflito parece se voltar para dentro, enquanto questionamos nossa situação fiscal, política e moral. Fomos excessivos demais? Precisamos ser mais contidos? Parece que estamos novamente questionando esses valores fundamentais”, disse.

The New York Times

Relembre o panelaço de Tina, a participante que sacudiu o ibope do “Big Brother”

http://images.jacotei.com.br/grd/226863.jpgEm 2002, protestar nas ruas fazendo barulho com panelas era a moda rebelde da época. Tudo por conta da Argentina, mergulhada em uma crise econômica e política, que empobreceu o país vizinho e reacendeu as manifestações, a exemplo do que ocorreu com as passeatas das históricas Mães da Praça de Maio contra os desaparecimentos de seus filhos na época da ditadura. No mesmo ano, no Brasil, os panelaços dos argentinos ganharam um tipo de notoriedade bem diferente.

A jogadora de futebol Tina salvou a audiência da Globo no verão promovendo panelaços dentro da casa da segunda edição do “Big Brother Brasil”. Ela armava confusão, brigava com todo mundo, foi xingada diante das câmeras, chamada de “louca”, “vaca”, e não demorou para ser o principal motivo de o brasileiro ligar a TV no reality show.

Após ser eliminada da casa, com 63% dos votos dos telespectadores e sem receber a solidariedade dos seus colegas de confinamento, ela lançou um livro contando suas impressões sobre o programa da Globo, que estreia nesta segunda-feira (11) sua 10ª edição. O nome do livro é “Os Bastidores de Uma Panela de Pressão”.

No “BBB 2″, muitos telespectadores ainda acreditavam que a seleção para participar do reality show era pura, ou seja, os interessados mandavam seus vídeos, que seriam avaliados pela produção, e os mais interessantes teriam a chance de mostrar sua personalidade para todo o país. Só depois, ficou evidente que a Globo faz convites até a quem nunca perdeu seu tempo e dinheiro de gravar um vídeo.

http://bbb.globo.com/RealityShows/rsPhotoShow/0,15527,546621-DP,00.GIFEm “Os Bastidores de Uma Panela de Pressão”, Vanessa Cristina Soares Dias, nome de batismo de Tina, tenta matar a curiosidade dos fãs sobre a seleção dos participantes e a vida dos confinados antes e depois de tanta exposição pública sobre seus hábitos e opiniões. Ela conta como é ficar trancafiada dentro de uma casa com estranhos e como os episódios são dirigidos.

Antes de colocar fogo no circo do “Big Brother”, Tina trabalhou em uma produtora de São Paulo. Ela cuidava das transcrições de depoimentos de vídeos. Também cursava faculdade de Turismo. Suas esquisitices no reality show foram responsáveis por um excelente desempenho do programa no Ibope. Quando Tina chamou um dos participantes de “viado”, a audiência chegou a bater 40 pontos. Ninguém conseguia desgrudar do canal vendo aquela mulher batendo panelas durante uma noite inteira sem deixar ninguém dormir.

Folha

Hiroshima será o tema do próximo filme do diretor de “Avatar”

Com o sucesso mundial de “Avatar”, que conquistou a segunda maior bilheteria da história do cinema, James Cameron prepara-se para sua próxima produção. O diretor adquiriu os direitos do livro “The Last Train from Hiroshima: the Survivors Look Back”, sem tradução no Brasil. Nele estão reunidas entrevistas feitas pelo autor com sobreviventes da tragédia de Hiroshima.

Além disso, Cameron utilizou arqueologia forense para descrever o que aconteceu com a cidade japonesa após a detonação da bomba atômica. Tsutomu Yamaguchi, último sobrevivente da tragédia e morto na última segunda-feira, conversou com o diretor durante a turnê de divulgação de “Avatar”.

O episódio das bombas atômicas disparadas contra as cidades de Hiroshima e Nagasaki, marcou a história mundial e deu o tom para a Guerra Fria que se iniciou logo em seguida. A morte de 100 mil pessoas deu origem a livros e estudos sobre a tragédia.

Um dos mais conhecidos é “Hiroshima”. Trata-se de um livro-reportagem que reproduz o que John Hersey escreveu para a revista “The New Yorker”. O jornalista reconstituiu o dia da explosão a partir do depoimento de seis sobreviventes.

Em “A Teoria das Nuvens”, de Stéphane Audeguy, um costureiro conta sua história para uma jovem. Ele a contratou para organizar os seus livros. A trajetória relatada é duramente marcada pela tragédia das bombas.

Livraria da Folha

Homem que atirou no papa escreve carta para Dan Brown e planeja lançar livros

http://2.bp.blogspot.com/_fYO5d9iEChQ/SmhStB2HKjI/AAAAAAAAAuI/s2CzYSbd8T8/s400/Atentado.jpgO homem que atirou e feriu o papa João Paulo 2º em 1981 planeja lançar dois livros após deixar a prisão neste mês, informou o jornal britânico “The Sunday Times”, que recebeu uma carta dele. O turco Mehmet Ali Agca, 52, quer obter US$ 5 milhões com os lançamentos. Uma das obras seria sua autobiografia. O editor italiano Francesco Aliberti demonstrou interesse em publicar as memórias de Agca, citando “interesse mundial” por suas revelações, diz o jornal.

Ele também mandou uma carta ao escritor norte-americano Dan Brown, autor de “O Símbolo Perdido” e “O Código Da Vinci”. Na correspondência, ele teria falado sobre o projeto de um livro com o título “O Código do Vaticano”. O prisioneiro tem planos de liberar sua história para o cinema e documentário. Ele também pede US$ 2 milhões para dar entrevista em TV.

“Meu plano é proclamar o fim do mundo e escrever o evangelho perfeito…Eu vou proclamar o cristianismo perfeito que o Vaticano nunca entendeu”, escreveu o turco na carta, segundo o “The Sunday Times”.

Segundo o jornal, a expectativa é que ele esclareça se agiu sozinho no atentado contra o papa ou se fazia parte de alguma trama liderada por soviéticos interessados em eliminar a ameaça comunista no leste europeu, hipótese já negada. O turco deve ser solto no dia 18 deste mês, segundo Haci Ali Ozhan, seu advogado, para quem seu cliente está bem de saúde tanta física como psicológica.

O papa quase morreu com o atentado na praça de São Pedro em 13 de maio de 1981. Agca foi preso na praça pouco depois de atingir o pontífice. O papa publicamente perdoou Agca e o encontrou na prisão. João Paulo 2º morreu em 2005.

Agca passou 19 anos numa cadeia italiana pela tentativa de assassinato, antes de ser extraditado para a Turquia em 2000. Ele foi condenado por uma série de crimes cometidos na Turquia, incluindo a morte de um jornalista em 1979.

Livraria da Folha

Após estreia de filme, “A História de Lula” entra na lista dos livros mais vendidos

http://2.bp.blogspot.com/_3NVf4rRZNjI/SxUxAZx536I/AAAAAAAAALU/Z9wzfylsV5g/s400/lula-o-filho-do-brasil-poster01.jpgOcupando a décima posição, “A História de Lula: O Filho do Brasil” entrou na lista semanal dos livros mais vendidos na categoria “não ficção”.

Escrito pela jornalista Denise Paraná, o título foi lançado pela editora Objetiva em novembro de 2009, antes da estreia da cinebiografia sobre o presidente Lula, que chegou aos cinemas no começo deste mês. A obra narra a trajetória do presidente, enfocando principalmente aspectos familiares, como a influência de seus pais em sua formação.

Antes desse livro, a autora lançou, em 2001, “Lula, o Filho do Brasil” (ainda à venda) pela editora da Fundação Perseu Abramo, fruto de sua tese de doutorado, com 530 páginas.

Foi a tese que inspirou e deu título ao filme do Fábio Barreto (“O Quatrilho”), estrelado por Glória Pires no papel de dona Lidu, mãe de Lula.

“Este meu segundo livro foi escrito nos últimos meses, depois do filme pronto. É totalmente diferente da tese. Este novo livro é resultado de uma série de pesquisas e entrevistas recentes que fiz aqui em São Paulo e no sertão de Pernambuco, além, é lógico da minha pesquisa de doutorado”, disse a autora à Livraria da Folha, em novembro.

*

A História de Lula: O Filho do Brasil
Autora: Denise Paraná
Editora: Objetiva
Páginas: 144
Quanto: R$ 24,90
Onde comprar: na Livraria da Folha

Produtora negocia com a RedeTV! seriado no estilo de “The Office”

http://n.i.uol.com.br/empregos/empregocerto/Poder%20SA.jpg

Medialand produzirá série baseada no livro de Beto Ribeiro

A RedeTV! está interessada em exibir teledramaturgia nacional a partir de 2010. Por isso, de acordo com O Estado de S. Paulo, o canal está entre as emissoras que negocia com a Medialand a produção de uma série baseada no livro “Poder S.A.”, do executivo Beto Ribeiro.

A nova produção é apontada como uma espécie de versão brasileira do seriado “The Office”, trama que mostra com bom humor o dia a dia de uma empresa, como as fofocas sobre o chefe, o dicionário de RH, entre outras rotinas de uma corporação.

Se aprovada, a série mostrará as diversas situações engraçadas que o empresário brasileiro se envolveu ao longo de sua carreira.

A RedeTV! se tornou parceira da produtora em 2009, quando comprou o formato de “Operação de Risco”, reality policial que estreia na emissora ainda este semestre.

NT

“Kama Sutra” foi o e-book mais pirateado de 2009, informa jornal britânico

Mercado editorial brasileiro aposta em diversas versões do famoso e antigo manual indiano de posições sexuais

O “Kama Sutra” foi o livro eletrônico mais pirateado em 2009, informa o jornal britânico “The Independent”, citando dados do site Freakbits.com. A informação foi obtida com base nos downloads da rede BitTorrent, uma das mais populares do mundo no compartilhamento de arquivos na internet.

A lista dos dez e-books mais baixados pelos internautas é dominada por títulos de sexo, nudez e guias de autoajuda na área de informática, além de manuais de serviços domésticos, como reparos em casa. Também aparecem os livros da série “Crepúsculo”. Foram contabilizados entre 100 mil e 250 mil downloads de cada livro citado na lista.

O manual indiano de posições sexuais também é uma das obras mais populares. Há uma oferta de edições lançadas em português. Confira as versões mais vendidas do “Kama Sutra” em 2009.

1- Kama Sutra (Ilustrado), da Jorge Zahar Editor

2- Kama Sutra, da L&PM

3- O Pequeno Kama Sutra, da Madras

4- Livro de Bolso do Kama Sutra, da Madras

5- Novo Kama Sutra Ilustrado, da Planeta

6- Kama Sutra para Mulheres, da Nova Era

7- Kama Sutra para a Mulher – Sexo Sem Limites, da Planeta

8- Kama Sutra (Edição de Bolso), da Ediouro

9- Kama Sutra para o Homem – Como enlouquecê-lo, da Planeta

10- Kama Sutra do Sexo Oral, da Planeta

Livraria da Folha

Globo aproveita minissérie para “bombar” livro sobre Dalva e Herivelto

Minhas Duas EstrelasA minissérie “Dalva e Herivelto: uma Canção de Amor”, estreou na noite da última segunda-feira (4), com uma média de 29 pontos no Ibope, informou a Globo. A título de comparação, o primeiro capítulo da minissérie “Maysa” marcou 30 pontos.

A audiência de “Dalva e Herivelto: uma Canção de Amor” é um termômetro para o mundo dos livros. No ano passado, com o sucesso de audiência da minissérie “Maysa”, houve uma forte procura pela biografia da “rainha da força”, escrita pelo jornalista Lira Neto. Chegou a faltar exemplar nas livrarias.

Neste ano, a Globo colocou no mercado “Minha Duas Estrelas” (Editora Globo, 2006), a história dos personagens da minissérie protagonizada por Adriana Esteves e Fabio Assunção, sobre o escandaloso rompimento entre o casal Herivelto Martins e Dalva Oliveira, ídolos da música popular brasileira.

O cantor Pery Ribeiro relata detalhes perturbadores e impactantes da vida de seus pais no livro, escrito com a ajuda de Ana Duarte, com quem foi casado. Pery compartilha um testemunho desafiador ao revelar “detalhes quase inconfessáveis” –como repara Ruy Castro no prefácio– da vida e obra dos artistas Herivelto e Dalva.

Nascido na pobreza do cortiço em 1937 e filho mais velho do casal, Pery descreve a trajetória de suas duas estrelas, da ascensão à glória, até a traumática separação do casal. Pery fala sobre os seus primeiros trabalhos para ganhar a vida, o início da carreira como cantor, a sua visão crítica sobre a união de Herivelto e Lurdes, a terceira mulher de seu pai, e o alcoolismo e os casamentos desfeitos de Dalva.

Livraria da Folha

Crepúsculo é o livro mais vendido da década, segundo o “USA Today”

http://3.bp.blogspot.com/_zZhuTYMuJzE/Sf2w3zSkE4I/AAAAAAAAAZQ/igDK9ecWsj0/s400/crepsculojo0.jpgFazendo um balanço da década, o jornal “USA Today” divulgou a lista dos dez livros mais vendidos nos Estados Unidos. Apesar de serem dez títulos, apenas três autores aparecem neste ranking.

As sagas, inicialmente tratadas como infantojuvenis e que conquistaram públicos de diferentes idades, dos vampiros de “Crepúsculo” e dos bruxos de “Harry Potter” dominam a lista, deixando apenas um espaço para Dan Brown.

Em primeiro lugar está o romance de estreia de Stephenie Meyer, lançado despretensiosamente em 2005, conquistou fãs em todo o mundo. Em 2009, a autora vendeu 22 milhões de livros. Na lista, apenas “Amanhecer” não aparece.

“O Código da Vinci” aparece em segundo lugar, seguido de “Harry Potter e a Ordem da Fênix”. Todos os títulos tiveram ajuda de Hollywood para aumentar a sua fama, mas já se tratavam de best-sellers, mesmo sem suas versões cinematográficas.

Veja a seguir a lista completa:

1. “Crepúsculo”, Stephenie Meyer

2. “O Código da Vinci”, Dan Brown

3. “Harry Potter e a Ordem da Fênix”, J. K. Rowling

4. “Lua Nova”, Stepheneie Meyer

5. “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, J. K. Rowling

6. “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, J. K. Rowling

7. “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, J. K. Rowling

8. “Harry Potter e o Cálice de Fogo”, J. K. Rowling

9. “Eclipse”, Stephenie Meyer

10. “Harry Potter e a Câmara Secreta”, J. K. Rowling

Folha

Série “Academia de Vampiros” chega ao Brasil

http://www.skoob.com.br/img/livros_new/1/25963/O_BEIJO_DAS_SOMBRAS_1241023980P.jpgE a saga dos vampiros continua! Depois de Crepúsculo, Diários do Vampiro, Bento e da coleção House of Night, está sendo traduzida para o português a série “Academia de Vampiros”, da escritora americana Richelle Mead.

O primeiro livro lançado no Brasil é “O Beijo das Sombras” (Nova Fronteira, 2009), onde Richelle Mead dá uma nova face à literatura vampiresca. A história acontece na Escola São Vladimir, um esconderijo onde vampiros aprendem a controlar seus poderes e “dampiros” ( seres meio vampiros, meio humanos) são treinados para protegê-los.

Lissa Dragomir é uma adolescente especial, por várias razões: ela é a princesa de uma família real muito importante na sociedade de vampiros conhecidos como Moroi. Por causa desse status, Lissa atrai a amizade dos alunos Moroi mais populares na escola. Sua melhor amiga, Rose Hathaway é uma dampira cuja missão é se tornar uma guardiã e proteger Lissa dos Strigoi – os poderosos vampiros que se corromperam e precisam do sangue Moroi para manter sua imortalidade.

Pressentindo que algo muito ruim vai acontecer com Lissa se continuarem na São Vladimir, Rose decide que elas devem fugir dali e viver escondidas entre os humanos. O risco de um ataque dos Strigoi é maior, mas elas passam dois anos assim, aparentemente a salvo, até finalmente serem capturadas e trazidas de volta pelos guardiões da escola. Juntas, Rose e Lissa vão ter que lidar com inveja, ciúme e novas paixões, e lutarão para, acima de tudo, proteger uma à outra.

A série terá um total de seis livros. Até o momento, já foram publicados nos Estados Unidos quatro livros: “Vampire Academy”, “Frostbit”, “Shadow Kiss” e “Blood Promisse”. Aqui no Brasil o primeiro livro foi traduzido como “O Beijo das Sombras”, mas não deve ser confundido com o terceiro da série (“Shadow Kiss”), que no Brasil ainda não tem tradução. O segundo livro, inclusive, deve ser lançado no Brasil em fevereiro deste ano.

O quinto livro, cujo título será “Spirit Bound” tem data de lançamento nos Estados Unidos prevista para maio deste ano. A escritora também já estaria terminando o sexto livro, ainda sem título, a ser lançado no mercado americano no final deste ano ou início de 2011.

Livraria da Folha

Filmes de autor de “Alta Fidelidade” chegam em 2010 e 2011

Autor de sucessos de público e crítica como “Alta Fidelidade”, que ficou famoso devido à sua adaptação ao cinema com John Cusack no ano 2000, o escritor Nick Hornby também assina o roteiro do longa “No Education” cuja estreia no circuito nacional está prevista para fevereiro de 2010.

O escritor britânico, conhecido por seus diálogos afiados e referências pop e de música em livros como “Um Grande Garoto” e “Como ser Legal” também terá o seu romance “Uma Longa Queda” adaptado às telonas em 2011. O seu mais recente romance “Juliet, Naked” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

Livraria da Folha

Vampiros teens fincaram suas presas nas livrarias em 2009

http://mimuller.files.wordpress.com/2009/11/diarios-do-vampiro.jpgSeguindo o sucesso de “Crepúsculo”, diversas séries que possuem a combinação vampiros e adolescentes chegaram ao Brasil no ano de 2009. Os sugadores de sangue ganharam os mais variados tipos de características e até direitos políticos nestas histórias.

Publicado pela primeira vez em 1991, “Diários do Vampiro” teve seus dois primeiros volumes nas lojas brasileiras apenas neste ano. Em parte por ter se tornado a base para a série “Vampire Diaries” do canal a cabo Warner Channel. Na trama, dois irmãos vampiros disputam o coração da humana Helena que se parece com a criatura que os transformou. Possuindo algumas semelhanças com Crepúsculo, a autora da série L. J. Smith chegou a acusar Stephenie Meyer de plágio. Os dois livros ocupam a lista de mais vendidos.

Leia trecho do primeiro volume “O Despertar”

“House of Night” é outra série que foi traduzida este ano. Escrita por mãe e filha, mistura diversos elementos para contar a história de estranhos vampiros que necessitam frequentar uma escola para sobreviver à transformação após serem “marcados” para deixarem de serem humanos. “Marcada”, “Traída” e “Escolhida” foram os títulos que foram traduzidos de um total de 6 já publicados em inglês.

http://www.bicodocorvo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/diario-dos-vampiros.jpg“Vampire Academy”, teve o primeiro volume lançado (“O Beijo das Sombras”) em português. O sexto, ainda sem nome, será publicado em inglês em 2010 e um spin-off está sendo preparado. Nele, uma escola de elite é frequentada por vampiros nobres e dampiros (meio vampiros que devem proteger a nobreza dos perigos) e acompanham duas garotas que tem uma ligação maior do que a amizade.

Mantendo-se no estilo de romance, mas sem ter protagonistas adolescentes, “True Blood” chegou junto com o seriado homônimo da HBO baseado nas histórias de Charlene Harris. O primeiro volume “Morto até o Anoitecer”, havia sido publicado há alguns anos e estava esgotado quando “Vampiros em Dallas” – o segundo volume – foi lançado. Agora, a Ediouro reeditou o início da história de Sookie Stackhouse, uma garçonete psíquica, que se apaixona pelo vampiro Bill Campton que retorna a Bom Temps para retomar sua propriedade.

A diferença nesta série está na existência de um sangue sintético que permitiu às criaturas da noite “saírem do caixão” e se mostrarem para os humanos, conquistando direitos políticos como voto e representante no congresso. Ao todo são 9 livros publicados e o décimo está previsto para o próximo ano nos Estados Unidos, assim como o terceiro volume em português.

Folha

Professor aborda as relações entre a série “Lost” e a filosofia em livro

http://www.skoob.com.br/img/livros_new/2/57748/A_FILOSOFIA_DE_LOST_1256907648P.jpgDesde que estreou na televisão, o seriado “Lost” tem intrigado um número cada vez maior de telespectadores em busca de desvendar os conflitos e as reviravoltas decorrentes da queda do vôo Oceanic 815. Quem são os sobreviventes do avião desaparecido? Como explicar os enigmas da misteriosa ilha do Pacifico?

Para entender as questões da série, o professor de filosofia Simone Regazzoni explora seus mistérios no livro “A Filosofia de Lost”, onde disseca os personagens, a iniciativa Dharma e os “Outros”, buscando apoio nos trabalhos de pensadores como Platão, Immanuel Kant e Michel Foucault.

Regazzoni mostra que a relação entre “Lost” –que conquistou o Globo de Ouro e o Emmy– e a filosofia vai muito além das constantes referências feitas no programa a obras de filósofos consagrados e dos nomes de personagens, como John Locke e Danielle Rousseau.

O resultado é um olhar inovador sobre os dilemas e as situações vividas pelos protagonistas e uma análise profunda sobre os temas recorrentes na série, como a oposição entre fé e razão, o isolamento do mundo exterior e a busca pela sobrevivência.

O livro prova, de forma despretensiosa e original, que a filosofia pode ser tão divertida quanto desvendar os segredos da ilha. O autor apresenta suas conclusões e coloca o saber ao alcance dos leitores, enquanto procura responder a pergunta mais intrigante: o que é a ilha?

“A Filosofia de Lost”
Autor: Simone Regazzoni
Editora: Best Seller
Páginas: 160
Quanto: R$ 24,90
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou na Livraria da Folha

Veja mangá perturbador do garoto que se transforma em verme

http://2.bp.blogspot.com/_fwwiFbgybgA/SjhjI5O0g2I/AAAAAAAAA6I/UQuNUljTW_0/s400/garoto+verme.JPG“O Garoto Verme” é uma história em mangá sobre o pequeno Sanpei, um menino japonês cuja vida é um verdadeiro inferno. Ele é perseguido pelos colegas, apanha do pai, mais preocupado em manter uma imagem de normalidade para ser promovido do que com o bem-estar do filho, tem uma mãe fria que o despreza e irmãos indiferentes a ele.

Sanpei também tem interesses peculiares, o que aumenta ainda mais os seus problemas. Ele se sente em casa apenas mexendo em vermes, cobras, lagartas, ratos e outros bichos que coleciona em um refúgio em um lixão atrás da escola. E só ali ele é feliz.

Depois de repetir de ano por se preocupar apenas com seus bichos gosmentos e levar uma grande bronca do pai, ele vomita um curioso inseto vermelho, que após picá-lo começa a transformar Sanpei física e mentalmente em um verme. Comparações com “A Metamorfose” de Kafka são inevitáveis, mas a história de “O Garoto Verme” se concentra nas mudanças psicológicas do protagonista, dando um sabor único a uma situação semelhante.

É perturbador a forma como o autor retrata o jovem Sanpei, com olhos grandes e atentos que lembram um bebê, porém com veias saltadas, dando um aspecto ao mesmo tempo bonitinho e perturbador ao protagonista. As cenas de transformação também são grotescas apesar do traço de aspecto infantil e depois que o Garoto Verme começa a se distanciar cada vez mais do mundo humano e tomar gosto por matar, existem diversas imagens de montanhas de cadáveres mutilados, resultados das brincadeiras de Sanpei.

“O Garoto Verme” traz uma história que pode ser interpretada de diversas maneiras. A versão mais direta seria a perda da inocência de uma criança atirada em uma situação horrenda na qual não possui controle ou compreensão. Curiosamente, a transformação de Sanpei em um monstro parece ser meramente uma extensão do pesadelo que foi sua vida até então.

Outra forma de encarar o mangá é como um retrato do Japão pós-guerra -imagem muito presentes em algumas cenas repletas corpos mortos e nus- no qual o autor Hideshino Hino cresceu. Uma época de grande pobreza, fome e cicatrizes psicológicas profundas na mentalidade japonesa. Em resumo, uma obra de terror diferente que mostra a angústia tanto de um indivíduo quanto de toda uma nação.

Folha

Você acredita que a nova novela do SBT "Uma Rosa com Amor" conseguirá a vice absoluta depois dos 5 pontos alcançados na estreia?
Sim - Si
Não - No
sei la...
Votar
resultado parcial...


[ Copy this | Start New | Full Size ]
Contador
ViSiTaS
Planeta Voluntários apoía a Campanha