Posts tagged homossexual
“caRIOcas”: Assista aos teases com cenas quentes da primeira série gay totalmente brasileira
6
A primeira série gay brasileira
http://www.facebook.com/cariocastv
Direção: André Mello
Twitter: http://www.twitter.com/andremello
Facebook: http://www.facebook.com/AndreMelloPage
Taylor Lautner vira homossexual na internet
0
Na noite de segunda-feira (26), circulava pelas redes sociais na internet uma suposta capa da edição de janeiro da revista ‘People’ com uma notícia bombástica: o ator Taylor Lautner assumiria ser gay, e com muito orgulho.
Para acalmar o coração das milhares de fãs do lobo da saga Crepúsculo, a tal capa não passa de uma montagem, que traz, inclusive, fotos de Brad Pitt com a família em viagem feita à África em 2006.
A assessoria de Taylor confirmou ao site ‘Gossip Cop’ que tudo não passa de uma enganação.
Morena, Sheila Mello estreia peça com cenas de nudez e beijo gay
0
A ex-loira do Tchan, Sheila Mello, estreia com a comédia “Três Possibilidades” no teatro Ressurreição (zona sul de São Paulo), nesta sexta-feira (30).
Com cenas de nudez e beijo homossexual, a trama apresenta a história de três estudantes que são mais do que simples colegas de quarto e bons amigos.
A peça é uma adaptação livre do filme “Três Formas de Amar” (1994) e fica em cartaz até 19 de novembro.
Três Possibilidades – Teatro Ressurreição – r. dos Jornalistas, 123, Jabaquara, zona sul, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/5016-1787. 30/9 até 19/11. Sex. e sáb.: 22h30. Ingr.: R$ 40. Não recomendado para menores de 14 anos.
GuiaFolha
Núcleo gay de “Insensato Coração” foi um dos destaques da novela
0
“Insensato Coração” chega ao fim no próximo dia 19 e um dos assuntos mais comentados foi o núcleo gay da novela. O folhetim falou muito sobre a homofobia e ousou ao mostrar um namoro homossexual como o de Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo). Nas últimas semanas, muito se especulou sobre a morte dos personagens, que seriam assassinados por Vinícius (Thiago Martins). O ator Rodrigo Andrade afirma não saber o desfecho certo de seu papel, mas só vê pontos positivos na trama escrita por Gilberto Braga e Ricardo Linhares. “Não sei se o Eduardo vai morrer, mas confio cegamente nos autores. O que for melhor para o personagem e para a sociedade vai ser o que vai acontecer”, diz.
A Globo cortou parte de algumas cenas escritas pelos autores da novela das nove, como a que Paula (Tainá Müller) descobre que seu ex-namorado é gay. Na sequência, na boate Barão da Gamboa, havia muitas palavras de baixo calão, como “maricona”, que não foram ao ar. “Somente alguns xingamentos foram retirados, mas isso não comprometeu a cena”, pondera Rodrigo.
A primeira relação sexual de Eduardo aconteceria em um motel, mas a transa acabou rolando na casa de Hugo. “Transferir o cenário não modificou o teor da cena. Ficou explícita a iniciação homossexual de Eduardo e nada foi mostrado. Fizemos o antes e o depois da transa de uma forma sutil que agradou a todos. Saio do Projac com o carro abarrotado de presentes e cartas que recebo do público. Eduardo já tocou muita gente”, analisa.
Rodrigo faz questão de ressaltar que nunca gravou uma cena de beijo gay. “Alguns veículos escreveram que eu gravei uma cena de beijo com o Marcos e que não foi ao ar. Não houve essa cena. A gente não gravou. Acho que, na verdade, o beijo não fazia a diferença. Tudo pôde ser mostrado de maneira sutil”, observa
Havia uma cena escrita em que a Sueli (Louise Cardoso) levava café na cama para Eduardo e Hugo (Marcos Damigo), mas que não foi ao ar. “Já pensei muito sobre esse assunto e não sei responder nada sobre os cortes das cenas. A gente não participa dessas decisões”, esquiva-se Marcos Damigo.
A morte de Gilvan (Miguel Roncato), que foi ao ar nesta quinta-feira (4), já estava prevista desde que o ator foi convidado para o papel. “Já fui convidado sabendo que ele seria vítima fatal de práticas homofóbicas. Foi uma aparição relâmpaga, mas importante para a minha carreira”, avalia Miguel.
Gravar a cena em que Gilvan é atacado por um grupo de pitboys e assassinado dentro do quiosque de Sueli (Louise Cardoso) não foi fácil para Miguel. “Nunca havia morrido em cena. Fiquei ansioso para gravar. Fui dirigido pelo Vinícius Coimbra, que me deixou muito à vontade”, lembra.
Desde que Gilvan entrou em “Insensato Coração”, Miguel assegura que nunca teve uma cena sequer cortada: “Tudo o que recebi no capítulo foi ao ar na íntegra”. Na opinião de Miguel, Gilvan era um personagem sofrido e especial. “O pai e o irmão não aceitavam a homossexualidade dele e ele preferiu deixar a casa onde morava para buscar sua felicidade. Gilvan via o mundo de maneira simples e acho que isso cativou não só a Sueli, mas também o público”, explica.
No dia 19, saem os gays de “Insensato Coração” e entra no ar um homossexual engraçado, o Crodoaldo Valério (Marcelo Serrado), de “Fina Estampa”. Durante a coletiva de imprensa realizada no Projac, na manhã da última quinta-feira (4), o autor, Aguinaldo Silva, fez questão de dizer que não vai levantar a bandeira da união entre pessoas do mesmo sexo. “Não levanto bandeira nenhuma nas minhas novelas. Por enquanto, o único gay é o personagem do Marcelo, mas pode ser que mais alguém saia do armário ao longo da trama”, adiantou.
Marcelo Serrado explica que Crô tem um caso secreto com alguém que, para o público, não é homossexual assumido. “Ele se relaciona com uma pessoa, mas há um mistério no ar. Se fosse para comparar com os gays de ‘Insensato Coração’, acho que o meu personagem segue mais a linha do Roni [Leonardo Miggiorin] porque ele é leve, divertido”, disse.
O ator, aliás, parou de assistir a novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares justamente para não ser influenciado pelos homossexuais da trama. “Parece até cota! Tem gay demais na novela do Gilberto e o Aguinaldo vem meio que para quebrar isso”, brincou.
por FÁBIA OLIVEIRA
Globo corta cenas e bandeira gay de ‘Insensato Coração’
0A Globo resolveu jogar um balde de gelo nos gays de “Insensato Coração”.
A Folha de S.Paulo apurou que os autores da novela, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, foram chamados na semana passada para uma conversa com o diretor-geral de entretenimento da emissora, Manoel Martins. Na pauta: a determinação da Globo para que a história dos homossexuais Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) fosse completamente esfriada no folhetim.
Além do corte das cenas, os autores foram instruídos a não carregarem bandeira política, a pararem de fazer apologia pela criação de uma lei que puna a homofobia.
Procurada, a Globo, via assessoria, diz que a televisão é um veículo de massa que precisa contemplar todos os seus públicos e faz parte do papel da direção zelar para que isso aconteça.
por Keila Jimenez
Casal gay de “Insensato Coração” vira assunto proibido na Globo
0
O novo casal gay de “Insensato Coração”, Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo), viraram assunto proibido entre os autores da novela, Gilberto Braga e Ricardo Linhares.
A Globo andou podando algumas cenas do romance e o silêncio passou a ser opção para levar a história adiante.
por Keila Jimenez
SBT corta beijo gay masculino da novela “Amor e Revolução”
2
Previsto para 7 de julho, o beijo gay entre Jeová (Lui Mendes) e Chico (Carlos Artur Thiré) foi cortado da novela “Amor e Revolução”. Segundo o autor, Tiago Santiago, a decisão partiu da direção do SBT e ele teve de acatar. “Há uma preocupação com a audiência mais conservadora”, disse ele à coluna. Em maio, o folhetim exibiu um beijão entre Marcela (Luciana Vendramini) e Marina (Gisele Tigre). “O beijo entre os dois rapazes seria um passo além do beijo lésbico”, lamenta. Santiago diz que contará a história do casal gay como a Globo, apenas sugerindo as carícias. Anunciado com grande alarde, o beijo lésbico não alterou o ibope de “Amor e Revolução”, que segue na casa dos 5 pontos.
Além de não exibir o beijo entre dois homens, após pressão, Tiago Santiago teve de cortar de “Amor & Revolução” a homossexualidade do padre Bento (Diogo Savala Picchi).
Na história, o sacerdote declararia estar apaixonado pelo padre Inácio (Pedro Lemos).
por Alberto Pereira Jr.
Marcelo Tas será homenageado pela Parada LGBT
0
Marcelo Tas, do “CQC”, será homenageado amanhã pela Associação da Parada LGBT. Ele vai receber o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade.
Há alguns meses, depois das declarações de Jair Bolsonaro no programa contra os gays, Tas revelou que sua filha Luiza Athayde é homossexual e tem todo o seu apoio.
por Mônica Bergamo
Lady Gaga é convidada especial de parada gay em Roma
0
A cantora norte-americana Lady Gaga durante a Europride 2011, parada gay realizada em Roma, na Itália
Centenas de milhares de pessoas se reuniram neste sábado (11) em Roma, enchendo as ruas de cores e música na Parada do Orgulho Gay Europride 2011, que nesta edição contará com uma convidada especial, a cantora americana Lady Gaga.
Integrantes da associação GAM (Grupo Alternativo de Motociclistas) e do LCR (Leather Club de Roma) abriram a manifestação que é considerada a mais importante da Europa dedicada a esta comunidade e na qual, segundo os organizadores, 500 mil pessoas de todo o continente marcaram presença.
Da Praça da República, os participantes seguiram ao ritmo pop e tecno até a esplanada do Circo Máximo, em pleno centro da cidade, e transformaram as ruas da capital italiana em uma festa.
Esta antiga arena será palco da apresentação de Lady Gaga, que às 21h –horário local (16h em Brasília)– vai pronunciar um discurso que tem gerado muita expectativa, já que a cantora chegou a criticar o papa e a própria Igreja Católica. Porém, a associação Arcigay afirmou que será “muito tranquilo”.
Os participantes seguiam pelas ruas e em cima dos 40 carros super enfeitados e com as cores do arco-íris. Era possível ver desde os mais empolgados vestidos como seus ídolos até famílias com crianças, casais homossexuais e heterossexuais. Vários políticos italianos também manifestaram seu apoio, entre eles o presidente da região Puglia, Nichi Vendola, que se define como homossexual, católico e comunista.
Vendola declarou que o evento de hoje busca passar “uma mensagem simples e forte: a diversidade é uma riqueza, não uma ameaça”, porém não faltaram cartazes polêmicos e palavras de ordem contra o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, e o Vaticano.
Além disso, muitos participantes pediram através de camisetas e cartazes a legalização do casamento homossexual na Itália, lei que nunca será aprovada, segundo Berlusconi, que disse que em seu Governo também não será permitido o direito à adoção por casais homossexuais.
As associações de homossexuais denunciaram em várias ocasiões o clima de ódio e de discriminação que vive no país.
EFE
Ex-BBB Serginho confessa que sente vontade de beijar mulher
0
O ex-BBB Serginho, assumidamente homossexual, que participou da 10ª edição do Big Brother e ficou conhecido por seu estilo ‘excêntrico’ no programa, polemizou mais uma vez e revelou em seu Twitter, na madrugada deste sábado (4), que, de vez em quando, sente vontade de beijar mulheres.
“Às vezes, quando tenho vontade, eu beijo meninas. Revelações da madrugada”, confessou.
Logo depois, ele retuitou um comentário de um de seus seguidores que o denomina como “Pequeno Príncipe da juventude”, referindo-se ao personagem central do livro Pequeno Príncipe, do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry.
“Na escura e sentilante madrugada, você é uma das estrelas mais brilhantes do infinito universo, Pequeno Príncipe da juventude”.
por Felipe Carvalho
Autor quer aviso antes de beijo gay masculino em novela do SBT
0
Os atores Carlos Artur Thiré (esq.) e Lui Mendes, que devem protagonizar novo beijo gay em "Amor e Revolução"
Após o beijo entre as personagens de Luciana Vendramini e Giselle Tigre em “Amor e Revolução” (SBT), que foi ao ar no último dia 12, agora será a vez de dois homens.
O diretor de teatro Chico (Carlos Artur Thiré) e o carcereiro Jeová (Lui Mendes) foram os escolhidos para protagonizar a cena.
O autor Tiago Santiago pediu ao SBT que coloque um aviso antes do novo beijo gay.
“A questão do aviso prévio é uma intenção minha, em respeito a audiência mais conservadora”, afirmou o autor. “Mas é uma questão que ainda será discutida com o Boury e a direção do SBT.”
Segundo ele, não se trata de um tratamento diferenciado para o beijo entre homossexuais masculinos e femininos.
“Possivelmente, se fizermos a cena de amor entre as duas [personagens lésbicas], haverá [também um aviso]“, disse. “Mas tudo isso ainda está em discussão, no momento. Nada foi resolvido.”
Ilustrada
Ex-BBB Jean Wyllys fala sobre a aprovação da união homoafetiva
0
Marília Gabriela entrevista o ex-BBB Jean Wyllys no Marília Gabriela Entrevista deste domingo (15), às 22h, no GNT. O deputado federal conversa com a apresentadora sobre a aprovação por unanimidade da união homoafetiva pelo Supremo Tribunal Federal.
“Eu achava que seria aprovado, mas não por unanimidade. Fiquei surpreso”, conta Jean, que desde que foi eleito tem proposto uma série de medidas para dar direitos aos homossexuais.
Ativista dos direitos humanos, ele também fala sobre o projeto Escola Sem Homofobia, apoiado pelo Ministério da Educação. O projeto vai distribuir um kit de material didático para as escolas públicas do país, visando acabar com os estereótipos e ensinando que a diversidade sexual deve ser tratada como coisa normal.
Por se assumir homessexual e criar ideias para minimizar cada vez mais o preconceito, Jena tem recebido ameaças de morte. Durante a conversa, ele avisa que não vai se intimidar e vai continuar fazendo tudo o que faz.
Bolsonaro divulga folheto ‘anti-gay’ e troca insultos no Senado
1A senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) trocaram insultos e quase se agrediram fisicamente nesta quinta-feira, no Senado, depois que a Comissão de Direitos Humanos da Casa suspendeu a votação do polêmico projeto que criminaliza a homofobia no país.
O tumulto teve início ao final da sessão, quando Bolsonaro se postou atrás da senadora Marta Suplicy (PT-SP), relatora do projeto, que concedia entrevista a emissoras de rádio e TV.
O deputado estava com folhetos “anti-gays” nas mãos, ao lado de outros parlamentares.
Irritada, Marinor reagiu tentando tirar o grupo do local. A senadora chegou a bater com as mãos em um dos panfletos que estava com Bolsonaro. “Homofóbico, criminoso, está usando dinheiro público para fazer cartilha”, gritou Marinor.
O deputado reagiu ao afirmar que a senadora deveria provar suas acusações. “Olha a intolerância, denuncie então senadora.”

Senadora Marinor Brito e deputado Jair Bolsonaro discutem durante reunião na Comissão de Direitos Humanos
O tumulto acabou controlado por outros deputados e senadores que estavam no local.
Marinor disse que vai analisar as “medidas cabíveis” que serão tomadas contra Bolsonaro. “Eu fui pedir para eles pararem, os xingamentos aumentaram. Eles se colocaram de forma desrespeitosa atrás da senadora. Estavam ali com o firme propósito de agredir.”
Além de Bolsonaro, diversos deputados contrários ao projeto que criminaliza a homofobia acompanharam a sessão da Comissão de Direitos Humanos –a maioria integrantes da bancada evangélica.
POLÊMICA
A comissão adiou a votação do projeto depois que Marta pediu para retirá-lo de pauta na tentativa de dialogar com os parlamentares contrários ao texto.
Os evangélicos são contra a proposta por considerar que pastores e líderes religiosos poderão ser punidos se condenarem a prática homossexual em suas pregações.
Marta disse que vai incluir em seu relatório artigo que protege os cultos nas igrejas da criminalização da homofobia –apesar de discordar da mudança.

“O que vejo é a posição antagônica das igrejas. Não adianta dizer que tem respeito [aos homossexuais] e ir contra um projeto que vai diminuir o preconceito, os homicídios. Quando me colocaram que o problema era a liberdade de expressão nos templos, eu incluí no texto”, disse.
A concessão, porém, não agradou à bancada evangélica. “A senadora acolheu o pedido, mas isso vale dentro das igrejas. Acho que o Estado não pode intervir na área geográfica”, disse o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).
Contrário ao projeto, o senador Magno Malta (PR-ES) disse que a criminalização da homofobia pode criar um “império homossexual” no Brasil ao condenar aqueles que são contrários à união gay.
“O Supremo Tribunal Federal prestou um desserviço à sociedade [ao legalizar a união homossexual]. Meia dúzia de homens. O Supremo não é o supra-sumo da verdade”, disse.
por GABRIELA GUERREIRO




