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Forbes avalia fortuna de Silvio Santos em R$ 4 Bilhões
0Depois de ter publicado a lista dos pastores mais ricos do Brasil, onde inclui os brasileiros Edir Macedo, Valdemiro Santiago e Silas Malafaia, com fortunas avaliadas em R$ 1,9 bilhão, R$ 450 milhões e R$ 305 milhões respectivamente, a norte-americana “Forbes” revelou agora a fortuna de Silvio Santos.
De acordo com a publicação da revista, mais de 30 empresas formam o Grupo Silvio Santos e deixam o empresário na lista dos homens mais ricos do Brasil e do mundo.
Sua fortuna é avaliada em R$ 4 bilhões e ele deve estar presente na tão famosa lista das 100 pessoas mais ricas do mundo, que sai em março. O SBT, a Jequiti Cosméticos e a Tele-Sena são responsáveis pela maior parte da fortuna de Silvio Santos.
NT
SBT cresce no ibope, e medo toma conta da Barra Funda
0O frio mês de junho foi caloroso com o SBT em termos de ibope: graças às baixas temperaturas que mantêm mais gente dentro de casa, a emissora teve pequeno, mas eficiente aumento de ibope. A audiência cresceu nas manhãs e tardes, o que levou o SBT a fechar com 15% de audiência a mais que junho do ano passado (5,3 x 4,6 pontos em 2010). Cada ponto vale por 58 mil casas sintonizadas na Grande São Paulo.
Foi o melhor junho da emissora desde 2008, quando a emissora obteve 5,8 pontos. Números exclusivos obtidos pela reportagem apontam que, enquanto a Record parou de crescer em abril (6 pontos), o SBT passou desde então de 4,9 para 5,3 pontos. Parece muito pouco, mas na disputa pelo telespectador cada décimo é valioso.
Exemplo: se o SBT obtiver somente mais 0,2 décimos de ibope durante o dia, seja em qual for a faixa horária, a emissora voltaria a empatar tecnicamente com a Record, na casa dos 6 pontos.
O escândalo que abalou o Grupo Silvio Santos no final do ano passado, aparentemente, não teve qualquer efeito na percepção do telespectador. Na média semestral, 2011 está sendo para o SBT melhor (4%) que o ano passado em termos de audiência. Na comparação com o semestre anterior o incremento é ainda maior, de 6%.
Na comparação de modelos econômicos de gestão, o SBT é muito mais barato que a Record, administrada pela Igreja Universal. A igreja repassou à Record no ano passado R$ 480 milhões, pela compra das madrugadas. O SBT não vende seus horários (até hoje). A Record por sua vez investiu supostamente centenas de milhões de reais em internet nos últimos dois anos, enquanto o SBT ainda gasta bem mais modestamente na rede.
PATRÃO E LÍDER
Depois de cinco meses, o SBT voltou a derrotar a Record nas tardes, na Grande SP: 6,2 x 6,1. Aliás, derrotou a Record e tomou a vice-liderança por 8 dias de junho, e em 1 dia teve o 2º lugar isolado. O matinal “Bom Dia & Cia” voltou a incomodar tanto Record a quem derrotou por 11 dias e dividiu o segundo lugar por mais três dias; e a Globo, com quem dividiu o primeiro lugar uma vez em junho.
A atração mais assistida do SBT continua sendo o “Programa Silvio Santos”, que obteve em junho a maior média do ano, 12 pontos, seguido do game-merchan “Roda Roda Jequiti” (10,1), “A Praça é Nossa” (9,4) e “Eliana” (9,0).
Eliana é até aqui a única contratação feita por Silvio nos últimos dois anos que vingou. O grande destaque do mês foi a menina Maísa e seu “Sábado Animado”, que terminaram junho empatados tecnicamente com a Globo (6,7 x 6,8).
Folha.
Venda de horários no SBT ainda é uma questão delicada
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Apesar do interesse de produtoras independentes em adquirir espaços na grade do SBT, as chances de sair negócio são muito remotas. Ou, na verdade, quase não existem. As determinações a este respeito, que sempre partiram do próprio dono, nunca apontaram para nada diferente.
Hoje o panorama mudou um pouco, em função da crise desencadeada pela perda do banco PanAmericano, que além de ser, por muito tempo, uma empresa importante na vida financeira do Grupo Silvio Santos, também aparecia no quadro dos principais patrocinadores da TV.
Lotear horários das 6h à meia-noite ainda é algo que não deve ser cogitado, no entanto já se admite a venda das madrugadas para as igrejas. O assédio dessas instituições é cada vez mais forte, e cedo ou tarde, entende-se, o dono da emissora será forçado a se decidir de uma vez.
Se quer mesmo vender ou não.
por Flávio Ricco





