Posts tagged Galvão Bueno

Vídeo Destaque ATV+: Galvão Bueno discute ao vivo com comentarista do Sportv

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Rede Globo exibe neste domingo (13) o GP da Espanha de Fórmula 1

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Vettel é o primeiro colocado no Mundial (Foto: EFE / Reprodução: Globoesporte.com)

A Rede Globo exibe em HD neste domingo, dia 13, a partir de 9h, pelo horário de Brasília, a corrida oficial do Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1. Quem narra a corrida é Galvão Bueno, com comentários de Reginaldo Leme e Luciano Burti. As equipes se enfrentam no Circuito da Catalunha, na Espanha, pela quinta etapa do Mundial.

Na tabela classificatória, o primeiro lugar é do piloto da Renault, Sebastian Vettel, com 53 pontos e uma vitória. Quatro pontos atrás do líder está Lewis Hamilton, da McLaren, que segue em segundo lugar. Mark Webber, companheiro de Vettel, está em terceiro com 48.

O brasileiro Bruno Senna, da Williams, está com o 11º lugar. Felipe Massa, piloto da Ferrari, saiu do zero, mas segue no final da tabela: 17º lugar e dois pontos.

Globo exibe semi da Liga dos Campeões entre Chelsea e Barcelona

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Começam nesta semana as disputas de Barcelona, Bayern de Munique, Chelsea e Real Madrid pelas duas vagas na final da Liga dos Campeões da Europa. A Rede Globo transmite o jogo desta quarta-feira, dia 18, entre Chelsea e Barcelona, que ocorre no estádio Stamford Bridge, em Londres, pela fase semifinal da competição. A partida tem narração de Galvão Bueno, comentários de Walter Casagrande e Arnaldo Cezar Coelho e reportagem de Eric Faria, que estará em Londres trazendo, ao vivo, todas as informações da partida.

A Rede Globo exibe a partida Chelsea x Barcelona, a partir das 15h45 (horário de Brasília).

Galvão Bueno não vai cobrir Olimpíadas de Londres

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Galvão Bueno está fora das transmissões das Olímpiadas de 2012, em Londres. O narrador esportivo não vai participar nem de reportagens da Globo nem das exibições da SporTV, detentora dos direitos na TV paga. Neste ano, o evento é exclusivo da Record na TV aberta. Contratado da Globo desde 1981, Galvão só não foi para as Olimpíadas de 1992, em Barcelona. Na época, tinha trocado a emissora pela CNT. Mas retornou meses depois.

por Alberto Pereira Jr.

Mesmo preferindo lutar, Anderson Silva vai comentar UFC Rio com Galvão

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O lutador Anderson Silva, campeão dos médios do UFC desde 2006, será o comentarista da Globo na transmissão do UFC 142 no Rio de Janeiro, que terá a narração de Galvão Bueno na noite do próximo sábado.

Será a segunda transmissão do UFC na Globo, que mostrou a vitória de Júnior Cigano sobre Cain Velásquez em novembro do ano passado, na estreia do evento na emissora. Na ocasião, o “ajudante” de Galvão Bueno foi Vitor Belfort.

Desta vez, Belfort estará no ringue, e por isso o “Spider” aceitou o desafio de comentar o UFC Rio. A transmissão da Globo vai começar logo depois do “Altas Horas” no próximo sábado, dia 14.

A Globo deverá exibir pelo menos as duas últimas lutas, incluindo o combate entre Vitor Belfort contra Anthony Johnson, e o duelo principal entre José Aldo e Chad Mendes. Ao todo, serão cinco lutas no card principal do evento.

“Sempre digo que só quem entra ali para lutar sabe como é difícil. Por isso, comentar exige responsabilidade e cuidado. Pode parecer loucura, mas prefiro estar lá do que falar de quem está”, disse Anderson Silva ao jornal O Globo.

UOL

Repórter do CQC faz torcedor rasgar cartaz para Galvão Bueno

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O repórter Felipe Andreoli, do CQC, esteve no meio da torcida durante a partida do Brasil contra a Venezuela pela Copa América, na Argentina. Ao encontrar um brasileiro com os já famosos cartazes para Galvão Bueno e, chantageou o torcedor.

“Você fez esse cartaz só para a Globo te filmar e você aparecer na televisão, certo? Então eu coloco você no ar no CQC se você rasgar esse cartaz agora”, propôs os repórter.

O torcedor brasileiro não teve dúvida e rasgou o cartaz na hora, para alegria de Andreoli, que gritou um sonoro “Chupa, Galvão!”, seguido de gritos de “É nóis na Band!”.

O detalhe é que o rosto do rapaz estava encoberto até o momento de rasgar o cartaz. Depois disso, Andreoli disse que eles poderiam não aparecer no programa, e todos ficaram com cara de decepção.

UOL

Globo estreia filmes divulgando o “Criança Esperança 2011″

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http://natelinha.uol.com.br/img/pag/315x265/img20110625231521.jpgNa última sexta (24), estreou na TV filmes de 30 segundos da campanha “Criança Esperança 2011″ com depoimentos de personalidades que viveram momentos marcantes na TV brasileira.

No primeiro filme, o narrador Galvão Bueno comenta a emoção que sentiu ao transmitir uma corrida de Ayrton Senna em 1991, quando a vitória parecia ser impossível para o piloto. Renato Aragão, Carolina Dieckmann e Regina Duarte também participam dessa primeira fase, relembrando passagens importantes que viveram na TV.

Criada pela agência DM9, a campanha é baseada no conceito “Esperança é o que nos move”, dividida em quatro fases – sensibilização, prestação de contas, doação e balanço – e fica no ar até agosto, quando termina o período de doações para o “Projeto Criança Esperança”.

O “Projeto Criança Esperança” é uma iniciativa da Rede Globo em parceria com a Unesco. Tem como objetivo chamar a atenção da opinião pública para a situação da infância e da juventude, expondo ao debate alguns dos principais problemas que atingem crianças, jovens e adolescentes.

Todo ano, a campanha mobiliza os brasileiros para doarem recursos, que são aplicados em projetos sociais em todo o Brasil. Em 2011, o “Criança Esperança” apoia 75 projetos, beneficiando 20 mil crianças e adolescentes.

Jornalista esportivo deve divulgar para qual time torce?

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A paixão por um clube de futebol é muitas vezes o motivo inicial para que jovens tenham o interesse de trabalhar na disputada área do jornalismo esportivo, mas, em muitos casos, esse carinho por um time não é revelado durante a carreira do profissional. Outros, entretanto, fazem questão de mostrar por quais equipes seus corações batem mais forte. Há ainda os jornalistas que, após um tempo de trabalho, revelam para quem vão as suas torcidas.

Porém, será que revelar o time tacha o cronista? Vira um empecilho na carreira o público saber para quem o jornalista torce? O profissional que assume ser adepto de um time fica ‘queimado’ com os próprios colegas de trabalho? Mário Marra, comentarista da CBN de São Paulo, não vê problemas em relação ao assunto e diz que prefere acreditar que existe competência e profissionalismo na área, independente de divulgar o time do coração.

Mais um empecilho?
“Tenho que acreditar que somos profissionais, por isso, depois de tanto tempo, venho assumir que sou Atleticano, mas sempre tive, e tenho, um enorme respeito pelo Cruzeiro”, afirma Marra, que durante anos foi da equipe de esportes da Rádio Globo Minas, ao revelar ser torcedor do Clube Atlético Mineiro.

Marra diz que só não revelou antes a sua torcida pelo galo mineiro porque acreditava que isso poderia ser mais um obstáculo em sua carreira. “A gente tem um sonho, estuda para ser repórter, comentarista esportivo, aí tem a chance de entrar na área, para que você vai revelar seu time? Para colocar mais um empecilho?”, comenta.

Torcedor desde criança
Outro jornalista que nunca escondeu por qual time torce é Juca Kfouri, que sempre declarou seu amor pelo alvinegro do Parque São Jorge. Porém, o comentarista da ESPN entende o profissional que prefere não assumir para quem vai sua torcida.
“Ajuda na transparência (revelar para qual time torce), mas hoje, diferentemente de quando comecei, eu entendo a postura dos jornalistas que não se identificam como torcedores de algum time, até porque é uma questão de segurança, diz Juca.

Um corintiano anti-corintiano?
O colunista da Folha de S. Paulo também afirma que ser corintiano não o livra de criticas e da “irracionalidade” da torcida alvinegra. Juca lembra que foi xingado em pleno Pacaembu, na época que o atacante Carlos Tévez era ídolo do ‘bando de loucos’.

“Criticavam, me xingavam quando estava no Pacaembu, diziam até que eu era contra o time, contra o Carlitos Tévez. Tudo isso porque eu denunciava o dinheiro sujo da MSI”, conta Juca.

Segurança
Para o narrador Milton Leite, do SporTV, revelar o time que torce não faz o cronista perder a credibilidade a não ser que utilize dessa simpatia com tal clube para levantar ‘uma bandeira’ e deixar o lado profissional em segundo plano. Entretanto, mesmo com o pensamento de que divulgar sua torcida não afeta o trabalho em si, o criador do bordão “que beleza” afirma que um fator é importante para sua decisão de não divulgar a sua paixão no futebol: a segurança.

“Pode fazer um levantamento, 90% dos jornalistas que revelam o time não vão aos estádios e eu não quero apanhar em estádio, ainda mais sabendo como andam os estádios aqui no Brasil. Mesmo sem revelar eu já quase apanhei, imagina se eu revelar, não brinco com isso”, diz o narrador.
Exemplos
Para mostrar que o time do jornalista não atrapalha a credibilidade, Milton menciona dois profissionais que juntos formam o derby paulistano, clássico entre Palmeiras e Corinthians: Mauro Beting (palmeirense) e Juca Kfouri (corintiano). “Tenho dois amigos que são feras e todos sabem para quais times torcem, que são o Mauro Beting e o Juca. Independente do time, eles são muito bons no que fazem”, declara.

O blogueiro do R7 Cosme Rímoli é outro jornalista que também afirma que o prestígio de Juca, entre os colegas de jornalismo, não foi abalado por todos saberem que seu coração bate forte pelo Sport Club Corinthians Paulista.

“Quem vai duvidar de um Juca Kfouri? Então, nessa parte (credibilidade), não interfere assumir o time que torce”, diz Cosme, que acha uma postura sincera dos jornalistas que declaram seus times do coração.

Sem paixão
O blogueiro do R7, no entanto, ressalta que nenhuma questão o impede de revelar o time que torce, mas que simplesmente a paixão pelos times de futebol acabou depois de construir sua carreira cobrindo este esporte. “O time que eu torcia quando era pequeno é uma ilusão, todos são. Com 28 anos cobrindo os bastidores do futebol não tem como torcer para algum time”, argumenta Cosme.

“É tudo uma fantasia (os clubes de futebol). Os times estão todos falidos, muitos dirigentes medíocres, que administram os clubes diferentemente do jeito que se administra uma empresa”, afirma o blogueiro.

Sobre os cartolas dos times, Cosme afirma que o jornalista, que assume o time que torce, sofre problema com os dirigentes. “O cara que assume sua torcida por um time é visto como inimigo”, completa.

E para você, leitor do Portal Comunique-se, os jornalistas esportivos devem revelar para quais times torcem?

por Anderson Scardoelli

Mudanças no time de comentaristas da Globo

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Sai Falcão, entra Caio, não muda nada; quem manda é o Galvão Bueno

Com poucas exceções, narradores e comentaristas esportivos da Rede Globo seguem um manual não escrito cujo título poderia ser “A Arte de Não se Comprometer”. Entre as suas regras, destacam-se duas:

1. Em jogo narrado por Galvão Bueno, só ele pode chamar a atenção.
2. Evite dar opiniões firmes, seguras ou categóricas.

Com a saída de Falcão, para dirigir o Internacional, tudo indica que o posto de comentarista número um da emissora deve ser ocupado pelo ex-jogador Caio.

Segundo a jornalista Keila Jimenez, da “Folha”, Galvão Bueno já expressou a preferência de trabalhar mais com Caio do que com Casagrande, também do time de comentaristas da casa.

Falcão firmou-se como comentarista principal da Globo pelo seu talento em falar pouco, repetir os mesmos três conceitos sobre futebol, sempre constatar o óbvio e, em 99% das situações, concordar com Galvão.

Caio segue pelo mesmo caminho. Ainda que mais despojado e menos formal que Falcão, é outro gênio na arte de pouco acrescentar a quem está assistindo uma partida pela televisão.

Concorde-se ou não com Casagrande, o ex-jogador é um dos raros comentaristas da emissora que não respeita integralmente as regras da cartilha global. Tem opiniões contundentes sobre qualquer assunto e, diferentemente de seus colegas Caio e Falcão, não se constrange de criticar jogadores.

Alguém poderá lembrar que Arnaldo Cesar Coelho costuma divergir de Galvão. Não é bem assim. As “brigas” do comentarista de arbitragem com o narrador são, na verdade, momentos de humor, no qual Coelho funciona como “escada” para o show de Galvão.

Cercado por Caio e Arnaldo Cesar Coelho, Galvão fica à vontade para continuar fazendo o que mais gosta: narrar, comentar e dirigir a transmissão das partidas de futebol – sozinho, sem ninguém para “atrapalhar”.

Essa equipe foi testada no amistoso entre Brasil e França, em fevereiro. A patriotada tradicional de Galvão contou com o apoio incondicional de seus dois escudeiros. Arnaldo insistiu em chamar de “imprudência” o golpe de caratê de Hernanes em Benzema, pelo qual mereceu cartão vermelho, e Caio economizou ao máximo os adjetivos para tratar da atuação pífia da seleção, derrotada por 1 a 0, gol de Benzema.

Moral da história: Falcão pode até ser mais polido que Caio e Casagrande e, eventualmente, até entender mais profundamente de futebol que seus colegas, mas com Galvão Bueno em campo o time atua sempre da mesma maneira.

UOL

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