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Afogamento e overdose podem ter matado Whitney Houston; Assista sua ultima apresentação

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A polícia de Los Angeles ainda investiga a causa da morte da cantora Whitney Houston, mas trabalha com as hipóteses de afogamento e overdose. Ela foi encontrada morta na noite deste sábado, aos 48 anos, em um quarto do hotel Beverly Hilton, em Los Angeles, onde estava hospedada para se apresentar em uma festa que antecederia os prêmios Grammy. Segundo o site de celebridades TMZ, a polícia encontrou remédios controlados no quarto, mas descartou a presença de drogas ilegais e de álcool. Também é possível que ela tenha se afogado na banheira, onde um membro de sua equipe encontrou o corpo.

Segundo o TMZ, Whitney estava tomando Xanax, medicação usada para tratar ansiedade e depressão, que combinada a álcool, poderia causar uma forte sedação que seria capaz de fazê-la dormir na banheira. Na noite anterior à sua morte, Whitney bebeu bastante em um evento que antecedeu a entrega dos prêmios Grammy. O corpo de Whitney foi levado há pouco ao necrotério, onde passará por uma autópsia para determinar a causa da morte. Os policiais continuam procurando evidências no quarto.

De acordo com o TMZ, um integrante da equipe de  Whitney encontrou o corpo da cantora e, em seguida, ligou para a segurança do hotel, que imediatamente acionou o serviço de emergências. Quando os paramédicos chegaram, tentaram reanimá-la, mas a cantora não respondeu e foi declarada morta às 15h55 (horária local, 22h55 de Brasília). O tenente da polícia de Beverly Hills Mark Rosen assegurou que “não havia sinais evidentes de intenção criminosa” e que a causa de sua morte está sendo investigada.

Sucesso nos anos 1980 e 90, Whitney tinha a saúde visivelmente debilitada nos últimos tempos por causa de seus problemas com as drogas. A cantora participou de uma festa pré-Grammy em Los Angeles na quinta-feira e parecia alterada. Ela chegou a subir ao palco para cantar uma música, como mostra um vídeo publicado no YouTube (veja abaixo).

Veja

Cantora Whitney Houston morreu

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A cantora Whitney Houston morreu neste sábado (11) aos 48 anos. As causa da morte ainda não foi divulgada e ela foi encontrada morta por um integrante de seu staff no Beverly Hilton, hotel de Los Angeles. A artista estava hospedada no local para se apresentar em uma premiação deste final de semana em homenagem a Clive Davis, empresário que a descobriu quando tinha apenas 11 anos de idade.

Segundo o site TMZ, a artista chegou a ser ressuscitada pelos paramédicos e foi declarada morta às 21h55 (horário de Brasília). Ela foi vista publicamente pela última vez na quinta (9), em uma casa noturna de Los Angeles ao lado do namorado, o cantor e produtor Ray-J. Nas imagens, ela aparecia com as pernas machucadas. Houston deixa uma filha, Bobbi Kristina, de 18 anos.

Carro da perícia parado em frente ao hotel em que Whitney Houston teria sido encontrada morta (Foto: Reprodução/TMZ)

Carro da perícia parado em frente ao hotel em que Whitney Houston teria sido encontrada morta (Foto: Reprodução/TMZ)

Houston fez muito sucesso nos anos 1980 e 90 e se tornou uma das artistas de maior vendagem da história. Dentre seus maiores hits estão “How will I know”, “It’s not right but’s ok”, “Saving all my love for you” e “I will always love you”, trilha do filme “O guarda-costas”. Por conta da turnê mundial da trilha deste longa, um dos dez discos mais vendidos da história, Whitney se apresentou no Brasil em janeiro de 1994, em um show solo no estádio do Morumbi e outro no festival Hollywood Rock, no Rio.

Ela vendeu 200 milhões de álbuns em sua carreira e chegou 30 vezes ao topo das paradas da Billboard, além de ter ganho seis Grammys. Ela lançou sete discos de estúdio e tinha um previsto para este ano.

Nas duas últimas décadas, a artista teve diversas passagens por clínicas de reabilitação para tratar seu vício contra o álcool e drogas. Em 2009, ela precisou interromper sua turnê europeia devido a problemas de saúde.

A artista foi número um em vendas nos EUA com seu último álbum, “I look to you” (2009), o primeiro lançado por ela em sete anos, um período no qual sua imagem foi prejudicada por seu uso de substâncias químicas e as constantes polêmicas com seu ex-marido, o cantor Bobby Brown, com quem se casou em 1992 e se separou em 2007.

Há três anos ela deu uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey e afirmou que sua mãe a salvou, obrigando-a a frequentar um programa de tratamento para viciados.

Em 2006, a cantora também admitiu enfrentar problemas financeiros. Por conta de uma dívida de US$ 1 milhão, na época ela pôs a leilão sua casa avaliada em US$ 6 milhões.

Carreira premiada
Whitney Elizabeth Houston nasceu em Newark, em 9 de agosto de 1963. Além de se destacar como cantora de r&b e soul, ela também atou no cinema e fez carreira como modelo. Mas foi na música que a artista ganhou fama e bateu recordes – ela venceu 415 prêmios ao longo da vida.

Houston era prima de Dionne Warwick e tinha Aretha Franklin como madrinha. Aos 11 anos, quando começou a atuar ao lado de sua mãe Cissy em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis, empresário da Arista Records.

Seu álbum de estreia, “Whitney”, foi lançado em 1985 e se tornou o álbum de estreia mais vendido por uma artista feminina, com 25 milhões de cópias ao redor do mundo graças aos sucessos “Saving all my love for you” e “How will I know”. Nos cinemas, seu primeiro papel  foi no filme “O Guarda-costas” (1992), em que dividia cena com Kevin Costner e cantava na trilha sonora. É do longa a música “I will always love you”, seu maior sucesso e cover de Dolly Parton.

Com seu estilo inspirado no canto gospel, a cantora inspirou uma geração de cantoras, de Marey Carey a Christina Aguilera. Porém, no auge do sucesso, ela se tornou notícia por suas polêmicas fora do palco, o que incluia comportamentos estranhos em público. Por diversas vezes ela confessou ser viciada em cocaína, maconha e medicamentos controlados. Segundo a cantora, com o passar dos anos isso a fez perder seu timbre de voz, que não alcançava mais as altas notas de outrora. A primeira vez que seus problemas se tornaram públicas foi em 1991, quando ela foi vaiada ao cantar o hino nacional durante o Super Bowl, a grande final do futebol americano.

G1

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