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Livros

Record relança em formato de bolso série “Bicicleta Azul”

http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/21540422_4.jpgA editora Record está relançando os volumes de “Bicicleta Azul” em formato de bolso. Está épica série de Régine Deforges, uma das maiores representantes da literatura erótica francesa, conta a história de uma família tentando sobreviver à Segunda Guerra Mundial e vendeu mais de 6 milhões de exemplares por todo o mundo após ser lançada na década de 1980.

O primeiro volume, “A Bicicleta Azul”, inicia a saga em Bordeaux no ano de 1939. Uma jovem adolescente desperta para o amor e para o sexo, mas o início da Segunda Guerra Mundial interrompe bruscamente a alegria da sua juventude. Léa Delmas precisa agora lidar com uma dura realidade de violência, delações, a ocupação nazista e uma paixão arrebatadora.

No segundo volume, “Vontade de viver”, a jovem Léa Delmas descobre, entre seus parentes e amigos, a crueldade da delação, da covardia e do colaboracionismo. Alguns, porém, preferem lutar, mesmo que corram sérios riscos. Este é o caminho escolhido por Léa, que se engaja na Resistência para combater os alemães e tentar salvar as pessoas que ama. Ela então testemunha todas as perversidades praticadas pelos invasores.

Além do formato portátil, a série relançada tem um preço acessível. O próximo livro da saga, “O Sorriso do Diabo”, tem previsão de lançamento ainda no primeiro semestre.

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Folha

De vampiros a princesas, autoras são responsáveis por sagas de sucesso

Recentemente, vampiros adolescentes tem ocupado muitos títulos nas livrarias. O sucesso, iniciado com “Crepúsculo” de Stephenie Meyer, estendeu-se para outras sagas como “Diários do Vampiro” de L. J. Smith.

E são mulheres que respondem por estas séries de livros que encantam adolescentes e jovens adultos, mesmo que alguns não sejam mais tão jovens. Meg Cabot e seus “Diário da Princesa”, mais outros títulos como “Garoto Encontra Garota” e “Sorte ou Azar?”, conquistaram tratamento de estrela em sua passagem na Bienal do Rio de 2009. Fãs disputavam um momento que fosse de atenção da escritora.

Charlene Harris, autora de “True Blood”, viu o sucesso chegar quando teve os direitos de adaptação adquiridos pela HBO e viu sua série de vampiros transformada em sucesso, com Anna Paquin como a heroína Sookie Stackhouse. P. C. Cast e Kristin Cast também conquistaram seu momento na lista de mais vendidos do “The New York Times” com “House of Night” e o misto de vampiros e magia.

Seguindo na linha das adaptações, Cecily Von Ziegesar conquistou ainda mais leitores após ter “Gossip Girl” transformada em seriado pelo canal norte-americano CW, o mesmo responsável pela adaptação dos livros de L. J. Smith com “The Vampire Diaries”.

A precursora da badalação e das filas aguardando o momento de lançamento do título foi J. K. Rowling. Com os sete volumes de Harry Potter, a escritora chegou a figurar entre as mulheres mais ricas da Grã-Bretanha e conquistou uma faixa etária que havia abandonado a leitura.

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Folha

Mulheres ocupam posição de destaque em lista de mais vendidos

http://skoob.com.br/img/livros_new/2/56490/DIARIOS_DO_VAMPIRO_A_FURIA_1263833995P.jpgFirmar-se entre os mais vendidos de qualquer categoria é um feito para qualquer escritor. Emplacar toda a sua série ao mesmo tempo ou conquistar os primeiros lugares na semana do lançamento é um feito ainda maior. E, nos últimos anos, tem sido mulheres a conquistar essa marca.

No final dos anos 90, J. K. Rowling arrebatava todas as vendas assim que um novo volume de Harry Potter chegava às livrarias. Stephenie Meyer e seus vampiros ocuparam as quatro primeiras posições durante semanas. “Amanhecer”, livro que fecha a saga, foi diretamente para o primeiro lugar.

Esta semana, L. J. Smith conquistou o quarto lugar com o lançamento de “Diários do Vampiro: A Fúria”. Os dois primeiros volumes da série também figuram na lista: “O Despertar” em sétimo e “O Confronto” em oitavo. Meyer ainda mantém a sua presença com “Amanhecer” em terceiro e “Eclipse” em sexto.

Outras mulheres aparecem nas categorias de não ficção e autoajuda. Na primeira, Elizabeth Gilbert figura como a número um durante semanas com o seu “Comer, Rezar, Amar”. Além dela há Ana Beatriz Barbosa Silva, autora de “Mentes Perigosas”, e Ana Maria Braga com o livro comemorativo “Mais Você 10 Anos “.

Já em autoajuda, Zíbia Gaspareto e o seu mais recente título, “Se Abrindo pra Vida”, ocupou rapidamente o topo da lista e tem se mantido desde então. “Por que os Homens Amam as Mulheres Poderosas?”, de Sherry Argov, é outro fruto de trabalho feminino que tem destaque por tempo de permanência nas listas.

Com as sagas inacabadas e filmes a serem lançados, elas prometem manter-se entre os best-sellers por mais tempo.

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Folha

Veja o encontro dos protagonistas da sátira aos vampiros de Stephenie Meyer

http://www.opolvo.com.br/img/noticias/opusculo_interna.jpgConhecido por seu humor ácido e suas paródias, o grupo “The Harvard Lampoom” não poupa a saga de Stephenie Meyer em sua sátira “Opúsculo“. Exagerando nas descrições e nas atitudes dos personagens, o livro consegue fazer graça até com as características que fizeram milhares de leitores se apaixonarem pelos vampiros de “Crepúsculo” .

Com fãs devotos, que não recebem bem as críticas negativas ao seu objeto de adoração, os livros de Meyer atraem multidões para o que quer que leve seu nome. Ainda assim, “Opúsculo” conseguiu um posto na lista estendida de livros mais vendidos da semana da revista “Veja”.

O romance de Edwart e Belle não é tão misterioso ou absurdamente romântico quanto o de Bella e Edward, mas consegue ser tão inusitado e repleto de situações inimagináveis quanto.

Leia abaixo o momento no qual a heroína encontra seu amado pela primeira vez na cafeteria, em trecho de “Opúsculo“.

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Foi então que o vi. Ele estava sentado atrás de uma mesa, totalmente concentrado, nem mesmo comia. Tinha uma bandeja inteira de batatas assadas à sua frente e, mesmo assim, não havia tocado em nenhuma. Como poderia um ser humano ser capaz de resistir a um prato de batatas assadas? Ainda mais estranho, ele não havia me notado, Belle Goose, futura ganhadora de um Oscar.

Havia um computador diante dele sobre a mesa. Ele olhava atentamente para a tela, estreitando os olhos em fendas e concentrando aquelas fendas sobre a tela como se a única coisa importante fosse dominá-la fisicamente. Era musculoso, como um homem que podia prensar você contra a parede tão fácil como um pôster, mas mesmo assim magro, como um homem que a acalentaria em seus braços. Tinha cabelos ruivo-castanho-alourados, heterossexualmente aparados. Parecia mais velho que os outros rapazes dali – talvez não tão velho quanto Deus ou meu pai, mas certamente um substituto viável. Imagine juntar a ideia de todas as mulheres sobre o que seria um cara gostoso e fazer uma média disso num único homem. Era ele.

- O que é aquilo? – perguntei, sabendo que, o que quer que fosse, não era uma ave.

- Aquele é Edwart Mullen – disse Lululu.

Edwart. Eu nunca havia conhecido um rapaz chamado Edwart antes. Na verdade, nunca tinha conhecido qualquer ser humano chamado Edwart. Era um nome que soava engraçado. Muito mais divertido que Edward.

Enquanto nos sentávamos lá, contemplando-o durante o que pareceram ser horas, mas não podia ter sido mais do que o intervalo do almoço, seus olhos de repente voltaram-se em minha direção, deslizando sobre o meu rosto e cavando um buraco dentro do meu coração como se fossem presas. Então, bruscamente, voltou-se com seu olhar carregado para aquela tela.

- Mudou-se do Alasca para cá há dois anos – ela disse.

Então não somente ele era pálido como eu, mas também um forasteiro de um estado que começava com a letra “A”. Senti uma onda de empatia. Nunca havia sentido uma conexão como essa antes.

- Aquele cara não vale seu tempo – ela disse, erroneamente. – Edwart não namora.

Sorri por dentro e ri cuspindo para fora, enfiando a soda-gosma dentro do meu bolso. Então, eu seria sua primeira namorada.

Ela se levantou para sair.

- Vamos para a aula de “bio”, Belle?

- Não diga, Lululu – eu disse, desdenhosamente.

- Lucy. Meu nome é Lucy, como em I Love Lucy.

- Tudo bem. Lucy, como em I Love Edwart. – Talvez eu fosse especial, mas sempre tive um talento para memorizar. “Lata de lixo à esquerda”, falei alto, jogando fora meus restos do almoço: um bolo comido pela metade. Olhei de volta para Edwart para ver se ele tinha percebido que também tenho disciplina para comer. Mas, estranhamente, ele havia partido. Nos dez minutos desde que tinha olhado para ele pela última vez, ele havia desvanecido no ar.

Olhei em volta bem a tempo de ver que eu tinha errado a lata de lixo e que meu bolo meio comido havia voado em direção às costas de uma garota sentada a uma mesa próxima.

- Ei! – disse ela quando o bolo a atingiu. – Quem fez isso?

- Vamos – eu disse a Lucy, agarrando-a pelo braço e correndo para fora da lanchonete enquanto a guerra de comida começava.

Quando Lucy e eu chegamos à classe, ela foi se sentar com sua parceira de laboratório e eu olhei em volta procurando uma carteira vazia. Havia apenas duas: uma na parte da frente da sala e outra perto de Edwart. Como a carteira da frente ficou com uma perna bamba depois que eu passei por ela e a chutei, não havia escolha. Tinha de me sentar ao lado do rapaz mais gostoso da sala.

Caminhei na direção das carteiras, rebolando meu quadril e erguendo minhas sobrancelhas ritmicamente, como uma pessoa atraente. De repente, eu estava caindo para a frente, deslizando por entre as carteiras com o impulso do meu mergulho. Por sorte, um fio de computador se enroscou em meu tornozelo e me impediu de ser arremessada à mesa do professor Franklin. Rapidamente, apoiei-me à parede para me desembaraçar, fiquei de pé e olhei em volta casualmente para ver se alguém tinha visto. Toda a classe estava olhando para mim, mas provavelmente por uma razão diferente: eu tinha um holograma costurado na minha mochila. De um ângulo era um mexerica, de outro ângulo era um tangerina.

Edwart também estava olhando para mim. Talvez fosse a luz fluorescente, mas seus olhos pareciam mais escuros – sem alma. Ele estava se agitando furiosamente. Seu computador estava aberto na frente dele, e a melodia sintetizada de antes havia cessado. Ele ergueu o punho para mim com raiva.

Limpei a poeira química das minhas roupas e me sentei. Sem olhar para Edwart, tirei da mochila meu livro e meu caderno. Ainda sem me virar para Edwart, olhei para o quadro-negro e anotei os termos que o professor Franklin havia escrito ali. Não achei que outras pessoas na minha situação poderiam fazer tantas coisas sem olhar para Edwart.

Virada bem para a frente, deixei meus olhos se desviarem ligeiramente e estudarem-no de maneira periférica, o que não conta como olhar. Ele tinha mudado seu computador para o colo e havia recomeçado seu jogo. Estávamos sentados lado a lado no balcão do laboratório e, mesmo assim, ele não começava uma conversa comigo. Era como se eu não tivesse usado desodorante ou algo assim, quando na realidade eu tinha usado desodorante, perfume e Bom-Ar. Será que meu brilho labial havia borrado ou algo parecido? Apanhei meu espelhinho de bolsa para checar. Negativo, mas eu tinha algumas espinhas junto à linha do cabelo. Apanhei um lápis na carteira de Edwart e o pressionei contra a carne macia e suave do meu rosto. As espinhas eram do tipo projétil. Satisfação garantida.

Voltei-me para ele para agradecer gentilmente pelo uso de seu lápis, mas ele estava olhando para mim horrorizado, com a boca aberta, um convite a todo tipo de micro-organismos aéreos como pássaros. Ele agarrou o lápis e começou a limpar suas mãos com lenços umedecidos e a esfregar o lápis com desinfetante. Então traçou um círculo de giz em torno dele e voltou a copiar as notas do quadro-negro, cantando para si este amigável jingle:

“Germes contagiosos. Alerta de contágio. Mas Edwart e seu desinfetante são mais fortes que a sujeira.”

Estendi a mão para emprestar outra vez o lápis para fazer minhas anotações, mas, no momento em que minha mão atravessou a linha de giz, ele gritou. Um grito estranhamente agudo para um menino. Porém, o grito certo para um super-herói.

O professor Franklin estava falando sobre citometria de fluxo, imunoprecipitação e microarranjos de DNA, mas eu já sabia aquela matéria da fita cassete que havia escutado em meu caminhão naquela manhã a caminho da escola. Girei meus olhos em círculos, como se eles estivessem numa roda-gigante. É a melhor maneira que conheço para me impedir de cochilar. Toda vez que meus olhos se moviam para a direita, contudo, eles pairavam um pouco por ali. Eu não conseguia evitar – eles queriam ver Edwart. Então, meus olhos iam para o alto em direção ao teto e paravam porque, meu, que bela visão.

Edwart continuava a martelar em seu computador. A cada golpe de dedo, eu podia ver o sangue pulsando através das veias salientes de seu antebraço até seu bíceps, aparecendo contra a camisa Oxford branca justa arregaçada descuidadamente até os cotovelos como se ele tivesse um monte de trabalho manual a fazer. Por que ele estava digitando tão sonoramente? Estaria tentando me dizer alguma coisa? Estaria tentando me provar o quão fácil seria para ele me atirar até o céu e então me pegar bem forte em seus braços, sussurrando que nunca me dividiria com mais ninguém no mundo inteiro? Estremeci e sorri timidamente, apavorada.

Quando o sinal soou, roubei outro olhar dele e me encolhi num profundo sentimento de inutilidade. Ele agora estava encarando o sinal furiosamente, sacudindo todos os músculos de seu punho em sua direção, mirando-o com raiva, seus olhos escurecidos e esquentados e suas sobrancelhas hostis. Ele puxou seus cabelos com exasperação, agarrando tufos enquanto erguia a cabeça para o teto. Então, vagarosamente, voltou-se para mim. Olhando dentro de seus olhos, senti ondas de eletricidade, correntes de elétrons carregados em minha direção. Era isso, imaginei, que significava estar apaixonada por robôs? Apanhada em minha hipnose ionizada, o velho adágio me veio à mente: “Belo o suficiente para matar, estripar, rechear e emoldurar em cima da sua lareira”.

De repente, ele saiu de seu deslumbramento e disparou correndo para porta. Enquanto corria, percebi como era alto, suas longas pernas saltando em passadas do tamanho do meu corpo inteiro, seus braços tão sólidos que não ondulavam com o impacto. Meus olhos saltaram. Não tinha visto uma coisa tão bela desde que eu era uma garotinha e as balinhas coloridas Skittles em minha mão fechada e suada se transformavam num arco-íris. Suas omoplatas ficavam salientes sob a camisa enquanto ele corria. Pareciam asas brancas batendo majestosamente antes da decolagem. Demoníacas asas brancas.

- Espere! – gritei para ele. Ele tinha deixado seu computador no assento. “Fim de jogo”, lia-se na tela. Fim de jogo, realmente, pensei, usando uma metáfora.

- Posso copiar suas anotações? – perguntou um humano normal do sexo masculino. Levantei os olhos e vi um garoto de estatura mediana, cabelos escuros e uma estrutura esguia, mas musculosa. Senti-me atraída por ele. Ele sorriu para mim. Perdi o interesse.

- Claro, como quiser – eu disse, estendendo-lhe meu bloco de anotações e de repente percebendo que tinha rabiscado nele um desenho de Edwart. No desenho, ele tinha presas gotejando uma substância escura. Molho Shoyu.

- Vou precisar disso de volta – eu disse. Aquele desenho ia para o meu mural.

- Obrigado, Lindsey – disse ele, confundindo-me com Lindsey Lohan. Ele sorriu outra vez. Um rapaz simpático. Tinha um belo cabelo e olhos claros gentis. Íamos ser grandes amigos. Apenas grandes amigos.

- Leve-me ao escritório da administração – eu disse. Tínhamos ginástica em seguida, mas eu precisava da minha cadeira de rodas. Tenho um problema que faz minhas pernas ficarem paralisadas toda vez que penso em ginástica.

- Certo – ele disse, deixando-me apoiar meu peso sobre ele

- Sou Adam, a propósito. Acho que vi você em minha aula de Inglês. Vai ser ótimo! Desde que um de nós tome notas, o outro, eu, não precisa ir à aula – ele estava ficando ofegante enquanto me arrastava com ele. Estar perto de mim deixava alguns rapazes nervosos.

- Você percebeu algo engraçado sobre Edwart na aula? Acho que o amo – eu disse casualmente.

- Bem, ele parecia meio zangado quando você caiu e desconectou o fio do computador dele. Então, isso não estava só na minha mente; outros haviam percebido a consciência de Edwart a meu respeito. Havia alguma coisa em mim que evocava sentimentos muito fortes em Edwart.

- Humm – eu disse cientificamente. – Que interessante.

- Aqui estamos – depois de me escorar contra a parede, Adam cambaleou para trás, bufando e assoprando.

Eu o dispensei e entrei no escritório.

- Estou paralisada até a próxima hora – anunciei à secretária.

- Vá se sentar em seu carro, querida – disse ela, levantando os olhos de seu exemplar de Luz do dia.

Saí para o meu carro, tentando sonhar com os poderes dele, o rei dos carros, mas estava muito perturbada. Em primeiro lugar, se eu tinha conseguido meu carro de graça, isso significava que todos os outros tinham pago mais por carros muito menores. Em segundo lugar, estava muito certa de que havia alguma coisa sobrenatural sobre Edwart – algo além de especulações racionais.

Então, parei de especular sobre ele e assisti a uma procissão de formigas passando por ali. A vida seria muito mais fácil se eu pudesse carregar coisas que pesassem vinte vezes mais que eu.

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Opúsculo
Autora: The Harvard Lampoon
Editora: Novo Século
Páginas: 144
Quanto: De R$ 24,90 por R$19,90
Onde comprar: Pelo site do Submarino

NewPOP lança versão em quadrinhos de CSI

A série CSI estreou em 2001 nos EUA e fez imediatamente um grande sucesso. A série se encontra na décima temporada e com bons índices de audiência. No Brasil, é exibida pela Rede Record com o nome CSI: Investigação Criminal.

Já a HQ baseada na série, lançada originalmente pela Tokyopop, é composta de uma única edição, que conta com uma história criada por Sekou Hamilton, com a arte de Steven Cummings. O lançamento brasileiro ficou por conta da editora NewPOP, que já lançou no Brasil Grimms Mangá (também da Tokyopop) e Speed Racer.

Na história, Kiyomi é uma garota com sérios problemas financeiros. A TV a cabo foi cortada, o telefone, e falta pouco para que ela e seu pai peçam auxílio do governo em algum plano de auxilio. Mas a jovem Kiyomi tem um sonho: trabalhar no CSI. No dia em que ela foi fazer a prova do programa de estágio, uma garota é assassinada e ganha grande destaque na mídia.

Depois de aprovada no teste do CSI, junto com outros quatro rapazes bem peculiares, Kiyomi começa a visitar as instalações do departamento e a aprender com os mestres. Enquanto vai descobrindo as intrigantes técnicas de estudos forenses, Kiyomi e seus amigos descobrem que a garota assassinada, chamada Greta, era colega de escola deles. E, seguindo as evidências, a pessoa que a matou também conhecia as técnicas forenses. Então… o assassino pode até mesmo ser um dos cinco estagiários escolhidos para o programa do CSI.

CSI: Investigação Criminal – Estágio de Risco tem 160 páginas, formato 15,2 x 22,6 cm, custa R$ 14,00 e chega em breve às comic shops.

CSI é uma série policial onde os personagens conduzem suas investigações por meios científicos. Com grande sucesso, originou várias outras séries do gênero, incluindo os spin-offs CSI Miami e CSI New York. É exibida pelos canais AXN (TV por assinatura) e Rede Record.

A NewPOP Editora é um dos braços editoriais do portal Anime Pró, especializado em cultura pop oriental. Entre suas publicações, destacam-se Os Caça-Fantasmas, Speed Racer, Dark Metrô, 1945, Grimms Mangá e Tarot Café.

Por Carlos Costa

Fotos bombásticas revelam a intimidade do grupo Rolling Stones

http://joaoarruda.com.br/ja/wp-content/uploads/2010/01/LRSE-RollingStonesB.gifAs primeiras casas que os integrantes da banda Rolling Stones conseguiram comprar e a insegurança dos músicos em relação à conquista –ou não– da fama tão almejada estão retratadas no livro “Rolling Stones: o Começo” (Larousse), que mostra 300 imagens captadas pelo fotógrafo dinamarquês Bent Rej de março de 1965 a maio de 1966.

Rej acompanhou o grupo durante a primeira grande turnê pela Europa, no lançamento de “Satisfaction”, e conseguiu registrar os shows, os momentos críticos no palco, os bastidores e a vida pessoal dos jovens que pareciam determinados em sua missão, e que colhiam os primeiros frutos do sucesso.

Com estas centenas de imagens raras e bombásticas sobre um dos períodos mais revolucionários do século 20, os fãs do Rolling Stones podem ver como os artistas se tornaram verdadeiros ícones de uma geração e protagonizaram momentos essenciais da história do rock.

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Folha

Autora de “True Blood” ganha biografia em quadrinhos

Depois de Stephenie Meyer e J. K. Rowling, agora é a vez de Charlene Harris ter sua carreira retratada em quadrinhos. Em maio, o novo volume da coleção “Female Force”, conhecida por biografar autoras de sucesso, chegará às livrarias norte-americanas.

Por mais de 20 anos, Harris escreveu livros de mistério e fantasia. Foi, porém com Sookie Stackhouse que ganhou notoriedade, quando foi adaptada com sucesso para a série da HBO, “True Blood”. Lançando este ano o décimo volume da coleção, a autora marca seu nome entre os grandes escritores.

Diferente das outras celebridades biografadas, este volume de “Female Force” contou com uma entrevista com a autora, fazendo disso um marco na coleção.

Retratando a trajetória da escritora desde suas primeiras histórias até o sucesso da saga dos vampiros de “True Blood”, a biografia de Charlene Harris foi escrita por Kim Sherman, também responsável pela biografia em quadrinhos de Robert Pattinson .

Veja abaixo a capa da edição de “Female Force” com a extensa entrevista de Harris.

Romancista britânica diz que meninas estão prontas para ter filhos aos 14

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A premiada romancista britânica Hilary Mantel, 57, afirmou que meninas aos 14 anos estão na época ideal para ter filhos e criticou o que ela chama de “tempo masculino” da sociedade.

Segundo a autora vencedora do Prêmio Booker por “Wolf Hall” -ainda inédito no Brasil–, as mulheres estão no seu ápice sexual físico no começo da adolescência, ao passo que os homens apenas chegam nesse estágio aos 20 anos, informou o jornal “The Telegraph”. E que a sociedade segue o tempo masculino de desenvolvimento.

A escritora disse ainda considerar “incrivelmente hipócrita” a posição da sociedade com relação ao sexo e gravidez das adolescentes.

A autora se tornou conhecida por seus livros sobre a revolução francesa, como “A Sombra da Guilhotina”. Seu mais recente lançamento no Brasil é “Além da Escuridão”, obra pela qual ganhou o Yorkshire Post Book Award e foi finalista do Orange Prize e do Commonwealth Writers Prize.

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Folha

“Um Homem com Sorte” ganhará versão cinematográfica

http://sebentadigital.com/wp-content/gallery/livros_destaque/homem_sorte.pngNo best-seller de Nicholas Sparks “Um Homem de Sorte” um fuzileiro naval norte-americano encontra no meio do deserto iraquiano a foto de uma mulher que nunca conheceu e começa a ter uma sorte surpreendente.

Após sobreviver três campanhas no Iraque, Logan Thibault retorna à Carolina do Sul decidido a encontrar a misteriosa mulher da fotografia, que se tornou um verdadeiro talismã de sorte para ele.

E agora, essa história sobre o poder avassalador do destino vai ser adaptada para o cinema, informou a revista “Variety”. O diretor de “Lembranças de um Verão” Scott Hicks é quem irá dirigir o novo longa.

Outras obras de Sparks publicadas no Brasil incluem “O Milagre” e “Noites de Tormenta”.

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Folha

Portugal lança “O Terceiro Reich”, de Roberto Bolaño

Festa que comemorou o lançamento do volume do chileno ocorreu na madrugada de quinta (25) para sexta-feira (26), em Portugal

“O Terceiro Reich”, do escritor chileno Roberto Bolaño, foi lançado em festa que ocorreu na madrugada desta última quinta (25) para sexta-feira (26), no Bar da Praia, em Portugal, durante o evento literário Correntes d’Escritas 2010.

Neste volume, Bolaño conta a história de Udo Berger, que sempre quis ser um grande escritor, mas se torna o campeão de “jogos de estratégia & guerra em Stuttgart”.

O jovem de 25 anos decide ir ao Hotel del Mar, na Costa Brava catalã, com a sua nova namorada, Ingeborg. Berger vai treinar para participar de um novo jogo de estratégia, chamado “Terceiro Reich”. Lá, o protagonista e sua namorada conhecem o casal alemão Charly e Hanna. Um deles desaparece de forma misteriosa após cruzar com dois personagens sinistros que levantam suspeitas nas autoridades locais. São eles, “O Lobo” e “O Cordeiro”.

Berger começa a ser perseguido por um detetive estranho. Perdido e atormentado, o quase escritor entra em delírio. Mal sabe que a partir deste momento entraria em um jogo de vida ou de morte, com El Quemado, um homem enigmático e de rosto desfigurado.

Neste volume, Bolaño aborda as estranhas formas de nazismo e o que a cultura –os jogos e a literatura– representam em nossa realidade. “O Terceiro Reich” foi escrito em 1989.

Veja obras de Roberto Bolaño já publicadas no Brasil:

“Estrela Distante” (2009) : O autor faz do livro um retrato subjetivo da sua própria geração, que tinha em torno de 20 anos quando ocorreu a derrubada do governo Salvador Allende e a implantação de uma ditadura militar.

“Amuleto” (2008) : O livro trata da invasão do campus da Universidade Nacional Autônoma do México pelas tropas do exército, em 1968. Aqui, temos a única narradora feminina em toda a obra do escritor chileno. Seu relato configura uma homenagem aos poetas e artistas do México, mexicanos ou exilados espanhóis e latino-americanos.

“Putas Assassinas” (2008) : Do escritor desconhecido que vagabundeia pela França e pela Bélgica ao filho de uma prostituta que revê os filmes censurados da mãe grávida, Bolaño mergulha-os em sua amarga ironia e acaba se identificando com cada um deles.

“A Pista de Gelo” (2007) : Primeiro romance publicado por Bolaño, em 1993, este romance policial revela a trama aos poucos e envolve o leitor como o detetive que analisa as pistas e desvenda o mistério.

“Os Detetives Selvagens” (2006) : Com humor e ironia, Bolaño faz o balanço de uma geração intelectual jovem quando havia projetos de transformação radical da América Latina e do mundo.

“Noturno do Chile” (2004) : Um denso monólogo composto por dois parágrafos: o primeiro ocupa quase todo o livro, e o segundo é uma frase de apenas oito palavras. Bolaño mistura personagens reais e ficcionais, e acerta suas contas com a ditadura chilena e com a vida literária do país.

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Folha

Acusada de plágio, editora processa tradutora e tenta tirar blog do ar

Quando iniciou seu blog Não Gosto de Plágio em dezembro de 2007, a tradutora Denise Bottman, 55, não imaginava que, poucos anos depois, estaria no meio de um debate que envolve liberdade de expressão e internet.

Foi no final da tarde da última sexta-feira (19), no entanto, que Bottman entrou na discussão: a Editora Landmark e seu sócio-proprietário, Fábio Cyrino, abriram um processo pedindo a supressão imediata do blog, além de uma indenização de 400 salários mínimos por calúnia e difamação.

Bottman, 55, apontou suposto plágio de tradução em duas obras literárias da Editora Landmark, ambas lançadas em 2007: “Persuasão”, de Jane Austen (que teria sido plagiado de uma tradução lançada em 1996 pela editora portuguesa Europa América, feita por Isabel Sequeira), e “O Morro dos Ventos Uivantes”, de Emily Brontë –cuja tradução original teria sido publicada em 1971 pela já extinta editora Brugueira, sob autoria de Vera Pedroso.

Ela afirma ainda que tem como comprovar todas as alegações.

Liberdade de expressão

O pedido de retirada do blog do ar foi indeferido pelo Justiça, contudo. “As razões do juiz foram que se trata de uma questão complexa porque envolve o direito de expressão e crítica, e que não era possível avaliar a verossimilhança das alegações”, disse Bottman.

“É minha área de estudo. Jamais evoquei a liberdade de expressão porque vivo em um Estado de Direito, nossa Constituição garante isso”, observa.

Procurado pela reportagem, o advogado da Editora Landmark, Alberto J. Marchi Macedo, respondeu à questão por meio de um comunicado, no qual informa que “a Editora Landmark propôs a ação competente em face da blogueira Denise Bottmann por entender que as denúncias por ela apresentada encontram-se totalmente desgarradas da realidade fática e das provas que serão produzidas no processo judicial, razão pela qual não existe qualquer cabimento quanto à acusação de plágio”.

A nota aponta ainda que, “em nenhum momento, a editora está pretendendo cercear o direito de liberdade de expressão, mas tão somente está solicitando a prestação jurisdicional para colocar fim as acusações infundadas que a prejudicam no mercado editorial”.

por MARINA LANG

“Poeta maldito” do século 19 perambulava pelas ruas e escrevia sobre botequins

http://www.difundir.com.br/fotos/01019_12511p3.jpgUma voz que ressoa pela cidade. Especialmente nos botequins, com trabalhadores espalhados pelos balcões, em um ambiente que é utilizado para compartilhar de experiências a porres, de amizades a tragédias. Um caminho a ser seguido pelos protagonistas dos versos e pelos olhos dos leitores.

No final do século 19, os críticos incluíram a “voz” de Paul Verlaine entre os chamados “poetas malditos”. A expressão é do próprio Verlaine, eleito em 1894 o “Príncipe dos Poetas”.

Em “A Voz dos Botequins e Outros Poemas” (Hedra, 2010), Verlaine conduz o leitor à sua vida desregrada pelas ruas de Paris, Rethel, Bruxelas e Londres. Esses versos foram originalmente publicados em 1944, e integravam o volume “Paralelamente a Paul Verlaine”.

Por meio da nostalgia, a poesia singular de Verlaine expressa os arrebatamentos da alma e transpõe seus sentimentos em impressões delicadas e minúsculas diante de um cruel cotidiano que lhe atormentava.

Em 1880, ele mantinha um relacionamento com Lucien Létinois, um ex-aluno da instituição em que Verlaine ensinou durante dois anos e de onde foram expulsos por causa de sua “amizade”. Motivo pelo qual o poeta afundaria-se novamente no álcool.

Com tradução de Guilherme de Almeida e organizado por Marcelo Tápia, o volume corresponde fielmente, quanto à seleção dos poemas e às recriações, à publicação original. No apêndice, há uma entrevista concedida por Verlaine a Jules Huret, em 1891, reunida depois em “Enquête sur l’évolution littéraire”.

Folha

Enredo do gibi “Joquempô” cria jogos de enigmas

Protagonista estuda peças de quebra-cabeças em "Joquempô", de Rogério Vilela

A frase “o mundo está dividido entre… e…”, passível de ser completada por uma infinidade de termos, serve de esquema para explicar o funcionamento do mundo no gibi “Joquempô”. Nesse caso, a divisão é entre aqueles que são “papel” (as pessoas que mudam o mundo com ideias), “pedra” (a massa) e “tesoura” (os poderes político, econômico e religioso).

Para quem se lembra do joguinho, o esquema faz o mundo funcionar mais ou menos assim: formadores de opinião influenciam a massa, que derruba governos, que podam ideias etc. Essas engrenagens, que ainda serão mais bem explicadas no segundo número do gibi –previsto para junho–, são parte de um mecanismo complexo planejado pelo autor Rogério Vilela. O projeto inclui 11 temporadas, cada uma com número variável de edições.

A história do gibi, com pitadas de “Lost” e “Jogos Mortais”, se passa em 2014, num mundo em que os países da América Latina estão em guerra. Ronaldo é treinador da seleção brasileira de futebol e o PCC se aliou ao governo de SP para cuidar da população carente. Os protagonistas se envolvem numa série de mistérios e perigos que, como promete a capa do gibi, podem “alterar de forma definitiva o destino de toda a civilização”.

Como boa obra de suspense baseada em enigmas, “Joquempô” pede leitores atentos e dispostos a voltar para quadros anteriores em busca de detalhes então ignorados.

O roteiro bem estruturado de Vilela, porém, aliado ao traço limpo de Nelson Cosentino, garantem que esse esforço de leitura não seja maçante.

Entre os recursos de que lançou mão está, por exemplo, a grade fixa de nove quadrinhos, que norteia o ritmo das cenas de maneira cinematográfica.

A narrativa de Vilela é fruto de carreira de fôlego. Ele fundou o site de humor “Mundo Canibal” e a produtora Fábrica de Quadrinhos. Também foi desenhista da Marvel e ilustrou RPGs e jogos de cartas como “Magic: The Gathering”.

O projeto de “Joquempô” é o mais recente de sua trajetória, mas surgiu paralelamente aos demais. Começou há quase dez anos e chegou a render um romance -engavetado. A ideia foi acelerada com a chegada dos R$ 25 mil recebidos da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, por meio do Programa de Ação Cultural de 2008.

Cada arco de histórias da série terá um desenhista diferente.

JOQUEMPÔ
Autores: Rogério Vilela (história) e Nelson Cosentino (desenhos)
Editora: Devir
Quanto: R$ 19,50 (56 págs.)

por DIOGO BERCITO

Jornalista refaz trajeto de Euclides da Cunha na Amazônia

Entrevistas e fotografias revelam um pouco mais da cultura e da realidade histórica de uma das regiões mais afastadas dos grandes centros do país, a amazônica. É assim que o leitor é apresentado aos dramas e diversidades da nação em “Amazônia de Euclides”, do jornalista Daniel Piza, lançado neste mês pela editora LeYa.

Piza refaz a viagem realizada por Euclides da Cunha (1866-1909) no ano de 1905, quando foi designado para liderar a comitiva mista brasileiro-peruana de reconhecimento do Alto Purus. O autor faz uma leitura comparativa da época com a realidade do local hoje.

À época, Euclides também fez uma importante análise histórica, social e geográfica do extremo oeste da Amazônia. Tanto que o relato impulsionou o escritor e o fotógrafo Tiago Queiroz a cruzarem o rio Purus em 2009 e a repetirem o trecho final do trajeto de Euclides.

Dentro da reconstituição atual, o autor destaca e assinala as diferenças e semelhanças na paisagem física, social e econômica da Amazônia, a estagnação econômica da região, o advento da religião evangélica e a volta dos índios kaxinawá e kulina, 104 anos após o percurso euclidiano.

Folha

“Harry Potter” e “Crepúsculo” serão tema de estudo em Cambridge

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Novo centro de estudos da Universidade de Cambrigde irá analisar como livros, filmes, videogames e outras mídias atingem às crianças de maneiras que pais e professores não conseguem.

O centro, que faz parte da Faculdade de Pedagogia, é uma expansão do programa de ensino atual, que incluiu livros escolares, folclore, contos de fadas e clássicos como “A Ilha do Tesouro”.

A partir de agora, irá abranger os best-sellers modernos, como a série “Harry Potter e os livros de “Crepúsculo”, que serão estudadas juntamente com “Alice no País das Maravilhas” e outros.

A primeira diretora do centro, a professora Maria Nikolajeva, falou à BBC sobre a importância de entender o que está influenciando os jovens. “É fácil dizer que estas coisas são apenas para crianças ou que são lixo, mas eu não acho o suficiente. Se o que nós consideramos porcaria é popular entre os jovens, precisamos saber como e por que, como pesquisadores e professores, para oferecer o que eles precisam”.

Alguns professores recém-formados não entendem a necessidade de ter estes livros e filmes nas classes. “Estudá-los pode nos ajudar a lidar com questões importantes não apenas para os jovens, mas para os adultos também”, complementa Nikolajeva.

Folha

“Saco de Ossos” de Stephen King vai virar minissérie televisiva

http://espacoembranco.files.wordpress.com/2009/10/livro_saco_de_ossos.jpgO romance “Saco de Ossos”, do mestre do terror Stephen King, será adaptado em uma minissérie. O livro conta a história de um escritor que está bloqueado desde que sua esposa morreu há quatro anos.

O protagonista Noolan resolve retornar à casa à beira de um lago onde o casal viveu seus momentos mais felizes. Diante da tela branca do computador, ele vê o vazio doloroso que passou a dominar seus dias. Nem mesmo o sono lhe traz alívio. Noonan é agora atormentado por terríveis pesadelos a casa do lago.

Ao retornar à pequena cidade, terá que enfrentar um amor antigo que o tempo e a morte não conseguem destruir, além da história de uma nova paixão – um relacionamento assombrado por segredos do passado.

A série será dirigida por Mick Garris, que também adaptou para TV livros como O “Iluminado”, “A Dança da Morte” e, será o diretor e o roteiro é assinado por Matt Venne. As filmagens começam no meio do ano, mas ainda não foi anunciado que emissora irá transmitir a série.

Folha

Série “Feios” é mistura de “1984″ com “Diário da Princesa”

Capa americana da obra que traz futuro perfeito só nas aparências

O recém-nascido selo Galera, que é voltado para jovens adultos e nasceu do infantojuvenil Galera Record, irá trazer este ano ao Brasil a trilogia de ficção científica “Feios”, de Scott Westerfeld. A série figurou na lista de mais vendidos no “NY Times” quando o primeiro livro foi lançado em 2005, assim como quando os volumes seguintes chegaram às livrarias internacionais.

“Feios”, que será lançado em março, trata de um futuro não muito distante no qual todos os adolescentes esperam ansiosos o aniversário de 16 anos, pois então serão submetidos a uma inacreditável cirurgia plástica, que corrigirá todas as suas imperfeições físicas, transformando-os em perfeitos.

Em segundo volume, Tally descobre que a perfeição tem seu preço

Quando a vez da protagonista Tally se aproxima, no entanto, ela descobre que isso tem o seu preço e que a perfeição da sociedade onde ela vive é tão superficial quanto a beleza de seus cidadãos. Espere um casamento entre “1984″, de George Orwell, e “Diário da Princesa”, de Meg Cabot. Tudo isso misturado com diversas cenas de ação e até perseguições em skates voadores.

Em agosto, será lançado o segundo volume, “Perfeitos”. Agora, Tally finalmente é perfeita, seus traços são perfeitos, suas roupas são maravilhosas, seu namorado é um gato e ela é muito popular. É tudo que ela sempre quis. Mas por trás de tanta diversão – festas que nunca terminam, luxo e tecnologia, e muita liberdade – há uma incômoda sensação de que algo está errado. Algo importante. Então uma mensagem, vinda do passado de Tally como feia, chega. Ao lê-la, Tally se lembra o que há de errado na sua vida perfeita, e a diversão chega ao fim. Ela terá de escolher entre lutar para esquecer o que sabe e lutar por sua vida, pois as autoridades não pretendem deixar que ninguém ciente desse tipo de informação sobreviva.

Folha

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